Brasil
Moro quer discutir no Senado quedas de energia pela Copel
Uma proposta de audiência pública no Senado Federal pode colocar em debate a qualidade do serviço de distribuição elétrica no Paraná. O senador Sergio Moro (filia-se ao PL nesta semana) apresentou requerimento para discutir as quedas e oscilações no fornecimento de energia no estado e pretende ouvir o presidente da Companhia Paranaense de Energia (Copel) e representantes da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).
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Segundo Moro, o objetivo é esclarecer as causas de falhas relatadas por consumidores e produtores rurais e entender quais medidas estão sendo adotadas pela empresa para melhorar o serviço. O pedido ainda precisa ser analisado pela comissão responsável no Senado. Caso seja aprovado, a data da audiência será definida posteriormente pelos parlamentares.
“O objetivo é debater as constantes quedas e oscilações de energia no Paraná. Queremos compreender as causas dessas falhas e quais medidas estão sendo tomadas para garantir estabilidade no sistema elétrico”, afirmou o senador.
De acordo com ele, também será importante ouvir a Aneel – responsável pela regulação e fiscalização do setor elétrico no país – para explicar quais mecanismos de controle e fiscalização estão sendo aplicados à concessionária que atende o estado.
A audiência, segundo o senador, também deve servir para avaliar se os instrumentos regulatórios disponíveis são suficientes para assegurar a qualidade do serviço prestado à população. O processo de privatização da companhia foi concluído no ano de 2023.
Fornecimento de energia pela Copel entra no radar do Senado
O senador afirma que relatos de consumidores e produtores rurais motivaram a iniciativa parlamentar. Segundo ele, há registros de prejuízos significativos relacionados a interrupções no serviço em diferentes regiões do estado.
Um dos casos citados relatados veio do município de Tupãssi, região oeste do Paraná. De acordo com Moro, um produtor rural atrelou prejuízo estimado em cerca de R$ 9 milhões após uma queda de energia comprometer equipamentos e provocar a perda de aproximadamente 900 mil quilos de tilápia.
Outro episódio mencionado pelo parlamentar ocorreu em São Miguel do Iguaçu, onde uma produtora teria relatado a morte de cerca de 20 mil aves após falhas no fornecimento elétrico. Os dois casos envolvem atividades agropecuárias altamente dependentes de energia elétrica contínua para o funcionamento de equipamentos de ventilação, bombeamento de água e sistemas de alimentação automatizada.
Qualquer interrupção prolongada, na avaliação dos produtores, pode provocar perdas rápidas e significativas na produção. “O serviço precisa ter estabilidade e mecanismos eficientes de atendimento e ressarcimento aos consumidores prejudicados. Energia elétrica é um insumo essencial para a economia e para a vida das pessoas”, disse Moro.
Para o senador, a audiência pública pode ajudar a dar mais transparência ao tema e permitir que autoridades regulatórias e a concessionária apresentem informações sobre as medidas adotadas para melhorar o atendimento.
Indicadores da Aneel mostram piora em ranking no fornecimento de energia pela Copel
Dados da Aneel indicam que a Copel terminou o ano de 2024 na 29ª posição entre 31 distribuidoras de grande porte avaliadas no país. No ranking anterior, referente a 2023, a companhia ocupava a 25ª colocação.
Segundo a agência reguladora, o levantamento considera indicadores técnicos que medem a duração e a frequência das interrupções no fornecimento de energia, conhecidos como DEC e FEC. A partir desses parâmetros é calculado o índice consolidado chamado DGC, utilizado para comparar o desempenho das concessionárias.
A Aneel informou que não realizou um diagnóstico específico para explicar a queda da Copel no ranking, mas apontou que houve piora nesse indicador em relação ao ano anterior. Os dados da agência também apontam aumento nas ocorrências emergenciais com interrupção no fornecimento. No último quadrimestre de 2023 foram registradas 152.822 ocorrências na rede da Copel, contra 123.660 no mesmo período de 2022.
Em relação ao tempo médio de atendimento dessas ocorrências, a agência observa tendência de aumento nos últimos anos. O indicador passou de 248 minutos em 2022 para 306 minutos em 2025, segundo os dados mais recentes disponíveis.
A Aneel também informou que foi lavrado um auto de infração relacionado à distribuidora em processo de fiscalização do serviço. Segundo a agência, o ranking mais recente disponível é o de 2024, enquanto os dados referentes a 2025 ainda estão em fase de apuração.
Copel anuncia programa com foco em produtores rurais
Em meio às críticas sobre interrupções no fornecimento de energia, a Copel anunciou recentemente um programa voltado ao setor rural. Batizado de “Copel Agro”, o projeto prevê investimentos anuais de cerca de R$ 200 milhões e a criação de um canal exclusivo de atendimento a produtores rurais.
A iniciativa inclui uma central telefônica dedicada, reforço de equipes técnicas e ações de manutenção e monitoramento da rede elétrica em áreas de produção agropecuária. O programa foi apresentado a lideranças cooperativistas em Medianeira, cidade localizada na região oeste do estado.
Segundo o presidente da companhia, Daniel Slaviero, a proposta busca ampliar a agilidade no atendimento e reduzir interrupções no fornecimento, especialmente em atividades com alto grau de dependência de energia elétrica, como a produção de aves, suínos e peixes.
O programa também prevê mutirões de poda de vegetação próxima à rede elétrica, ampliação de equipes de campo e ações de orientação técnica para produtores rurais sobre uso adequado da rede e instalação de equipamentos.
Cobranças consideradas incisivas à Copel, do setor agropecuário paranaense, voltaram a ser feitas durante a realização do evento Show Rural, em Cascavel, também na região oeste, no último mês de fevereiro.
A reportagem da Gazeta do Povo procurou a Copel para comentar os dados divulgados pela Aneel e a proposta de audiência no Senado, mas não houve retorno até a publicação deste texto.
Brasil
4 feriados restantes em 2026 caem perto do fim de semana
O calendário de 2026 ainda reserva cinco feriados nacionais até o fim do ano. Depois do feriado da Independência, celebrado em 7 de setembro, as próximas datas são Nossa Senhora Aparecida, Finados, Proclamação da República, Dia da Consciência Negra e Natal.
Para quem já pensa em viagens, descanso ou simplesmente em aproveitar alguns dias longe do trabalho, há boas oportunidades pela frente. Quatro das cinco datas restantes cairão coladas ao fim de semana e poderão formar períodos de três dias de folga, sem necessidade de emendar um dia útil.
A exceção é o feriado da Proclamação da República, em 15 de novembro, que será celebrado em um domingo. Já outubro, novembro e dezembro concentram as oportunidades de descanso no último trimestre do ano.
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Quais feriados ainda restam em 2026?
O próximo feriado nacional será em 12 de outubro, uma segunda-feira. A data é dedicada a Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil, e também é tradicionalmente associada ao Dia das Crianças.
Assim, quem não trabalha aos sábados e domingos terá um período de três dias de descanso, de sábado (10) a segunda-feira (12). A mesma situação se repetirá em 2 de novembro, Dia de Finados, que também cairá em uma segunda-feira.
Em 20 de novembro, Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra, a folga virá na sexta-feira, formando outro fim de semana prolongado. A data passou a ser feriado nacional em 2023, após a sanção da Lei 14.759.
Por fim, o Natal, em 25 de dezembro, também será celebrado em uma sexta-feira. Com isso, o último feriado nacional de 2026 formará mais um período de três dias de descanso.
A única data que não deverá proporcionar uma folga adicional é 15 de novembro. O feriado da Proclamação da República cairá em um domingo.
Veja como ficam os cinco feriados nacionais restantes:
- 12 de outubro, segunda-feira: Nossa Senhora Aparecida;
- 2 de novembro, segunda-feira: Finados;
- 15 de novembro, domingo: Proclamação da República;
- 20 de novembro, sexta-feira: Dia Nacional de Zumbi e da Consciência Negra;
- 25 de dezembro, sexta-feira: Natal.
Feriadões de 2026: veja as próximas datas e entenda quem tem direito à folga
Na prática, quatro dos cinco feriados nacionais restantes podem render fins de semana de três dias para quem normalmente folga aos sábados e domingos.
O primeiro será o de Nossa Senhora Aparecida, em outubro. Em seguida, Finados permitirá outro período prolongado no início de novembro. Poucas semanas depois, o Dia da Consciência Negra cairá em uma sexta-feira.
O último feriadão do ano será o Natal, que também ocorrerá em uma sexta-feira. Como a data fica próxima ao Ano-Novo, algumas empresas e órgãos públicos podem adotar recessos ou expedientes diferenciados. Entretanto, essas medidas não devem ser confundidas com os feriados nacionais previstos em lei.
Além disso, há datas classificadas como ponto facultativo no calendário da administração pública federal. Em 28 de outubro, por exemplo, é celebrado o Dia do Servidor Público federal. Já 24 e 31 de dezembro, vésperas de Natal e Ano-Novo, respectivamente, terão ponto facultativo após determinado horário para os órgãos federais.
O ponto facultativo, porém, não significa automaticamente folga para todos os trabalhadores. No setor privado, cabe ao empregador definir o funcionamento, salvo quando houver previsão em convenção ou acordo coletivo.
A regra é diferente para os órgãos públicos, que seguem os calendários administrativos estabelecidos por cada esfera de governo.
Também é importante lembrar que feriado nacional não significa que todas as atividades necessariamente parem. Serviços essenciais e setores autorizados a funcionar podem manter as operações, seguindo as regras trabalhistas aplicáveis.
Brasil
Interpol entra nas buscas por irmãos desaparecidos no Maranhão há oito meses
A Polícia Federal acionou o apoio da Interpol para tentar localizar os irmãos Ágatha Isabelly e Allan Michael, desaparecidos há oito meses no Maranhão. A investigação, que se concentra na zona rural de Bacabal, ganha agora ferramentas de monitoramento global e cooperação internacional em 197 países para verificar pistas sobre o paradeiro das crianças, sumidas desde janeiro de 2026.
Como a Interpol vai participar das buscas pelas crianças?
O Núcleo de Cooperação Internacional da Polícia Federal disponibilizou ferramentas que permitem o cruzamento de dados em escala global. Na prática, isso significa que o caso passa a contar com o Yellow Notice, um alerta internacional usado especificamente para localizar pessoas desaparecidas, com foco em menores de idade. Esse recurso é fundamental caso surjam indícios de que os irmãos tenham saído do território brasileiro, facilitando o compartilhamento imediato de informações com autoridades de 197 países e auxiliando em um eventual processo de repatriação das vítimas.
Quais são as principais hipóteses para o desaparecimento dos irmãos?
Desde o sumiço em 4 de janeiro, diversas linhas de investigação foram traçadas pelas forças de segurança do Maranhão. Inicialmente, as buscas por terra, água e ar focaram na possibilidade de os irmãos terem se perdido na mata densa da região quilombola de São Sebastião dos Pretos. Entretanto, a defesa da família também levantou a suspeita de tráfico humano, embora essa hipótese ainda não tenha sido confirmada oficialmente. Como o processo corre sob segredo de Justiça, detalhes específicos sobre novas pistas ou provas não são divulgados para preservar o andamento das investigações.
Como ocorreu o desaparecimento de Ágatha e Allan em Bacabal?
As crianças, de 6 e 4 anos, desapareceram enquanto brincavam na comunidade quilombola onde viviam, a cerca de 250 quilômetros de São Luís. Na ocasião, eles estavam acompanhados de um primo de 8 anos, que também sumiu, mas foi encontrado três dias depois em uma área de mata. O menino estava debilitado e desorientado, não conseguindo fornecer informações claras sobre o que aconteceu com os primos. Desde então, mobilizações massivas envolvendo drones, cães farejadores e centenas de voluntários foram realizadas na região, mas o paradeiro dos irmãos permanece um mistério absoluto.
Conteúdo produzido a partir de informações apuradas pela equipe de repórteres da Gazeta do Povo. Para acessar a informação na íntegra e se aprofundar sobre o tema leia a reportagem abaixo.
Brasil
Santa Catarina supera SP e se torna o estado mais competitivo
O estado de São Paulo deixou a liderança do Ranking de Competitividade dos Estados pela primeira vez após 14 edições da lista, elaborada pelo Centro de Liderança Pública (CLP) com desenvolvimento técnico da Tendências Consultoria.
Santa Catarina, que ocupava a segunda posição na edição anterior, passou ao primeiro lugar, enquanto São Paulo caiu para a segunda colocação. O Paraná manteve a terceira posição, ocupada desde 2022, e o Rio Grande do Sul avançou do quinto para o quarto lugar, sua melhor colocação até agora.
O Ranking de Competitividade dos Estados reúne indicadores distribuídos em dez pilares: infraestrutura, sustentabilidade social, segurança pública, educação, solidez fiscal, eficiência da máquina pública, capital humano, sustentabilidade ambiental, potencial de mercado e inovação.
O objetivo é comparar fatores relacionados à capacidade dos estados de atrair investimentos, oferecer serviços públicos e criar condições para o desenvolvimento econômico e social.
O levantamento dá mais peso para os pilares de segurança pública, sustentabilidade social, infraestrutura e educação, seguido por solidez fiscal e eficiência da máquina pública.
A classificação mede o desempenho relativo dos estados no conjunto de indicadores, o que significa que uma mudança de posição não implica necessariamente piora absoluta de quem caiu ou melhora em todos os indicadores de quem subiu. Um estado pode avançar mais rapidamente que outro e ultrapassá-lo mesmo que ambos tenham apresentado melhora em seus dados brutos.
Nas notas finais, a distância entre os dois estados mais competitivos já vinha diminuindo nos últimos anos. Em 2023, São Paulo tinha vantagem de 5,6 pontos sobre Santa Catarina nas notas normalizadas do ranking. A diferença caiu para 2,7 pontos em 2024 e para apenas 1 ponto em 2025. Na edição de 2026, Santa Catarina passou a ter vantagem de 6,4 pontos sobre o estado paulista.
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Ranking de Competitividade dos Estados 2026
| Posição | UF | Nota final |
| 1 | Santa Catarina | 87,06 |
| 2 | São Paulo | 80,68 |
| 3 | Paraná | 76,30 |
| 4 | Rio Grande do Sul | 68,00 |
| 5 | Espírito Santo | 67,24 |
| 6 | Distrito Federal | 62,43 |
| 7 | Minas Gerais | 60,23 |
| 8 | Goiás | 59,46 |
| 9 | Mato Grosso | 59,08 |
| 10 | Mato Grosso do Sul | 55,15 |
| 11 | Ceará | 54,04 |
| 12 | Paraíba | 53,92 |
| 13 | Rio de Janeiro | 50,01 |
| 14 | Amazonas | 48,99 |
| 15 | Rio Grande do Norte | 46,94 |
| 16 | Sergipe | 44,96 |
| 17 | Pernambuco | 43,57 |
| 18 | Alagoas | 42,99 |
| 19 | Piauí | 39,36 |
| 20 | Rondônia | 36,33 |
| 21 | Bahia | 36,11 |
| 22 | Roraima | 35,69 |
| 23 | Maranhão | 34,02 |
| 24 | Tocantins | 33,33 |
| 25 | Pará | 32,81 |
| 26 | Acre | 24,73 |
| 27 | Amapá | 24,50 |
Fonte: CLP
Como Santa Catarina alcançou a liderança no ranking
A ascensão catarinense foi impulsionada principalmente por avanços em áreas nas quais o estado melhorou sua posição relativa dentro do ranking.
Em educação, Santa Catarina ganhou sete posições. Um dos principais fatores foi o avanço de 23 colocações no indicador de avaliação educacional.
O estado também subiu sete posições no pilar de eficiência da máquina pública, acompanhado por ganhos de 17 posições no indicador de equilíbrio de gênero no emprego público estadual e de 12 posições no equilíbrio de gênero na remuneração pública estadual.
Outro avanço relevante ocorreu em solidez fiscal, pilar em que Santa Catarina ganhou três posições. O resultado foi acompanhado por uma melhora de dez colocações no indicador de sucesso do planejamento orçamentário, além de ganhos em regra de ouro e solvência fiscal.
Santa Catarina também avançou três posições em sustentabilidade ambiental, com melhora em indicadores relacionados à transparência das ações de combate ao desmatamento, serviços urbanos e tratamento de esgoto. Em potencial de mercado, o estado subiu duas posições.
O resultado final revela uma vantagem construída pela consistência em diferentes áreas. Na comparação entre os dez pilares, Santa Catarina ficou em primeiro lugar em sustentabilidade social, segurança pública e potencial de mercado; foi terceira colocada em eficiência da máquina pública e quarta em solidez fiscal.
O estado lidera em sustentabilidade social, segurança pública e potencial de mercado. Sua pior colocação entre os pilares foi infraestrutura, em quinto lugar.
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São Paulo continua líder em áreas estratégicas
A perda da primeira posição geral não significa, porém, que São Paulo tenha deixado de apresentar resultados superiores em áreas importantes.
O estado paulista continua na primeira colocação nos pilares de infraestrutura, educação e sustentabilidade ambiental, ou seja, em três dos dez grandes grupos de indicadores utilizados pelo levantamento.
A queda para o segundo lugar foi influenciada principalmente por perdas relativas em cinco pilares. A maior delas ocorreu em eficiência da máquina pública, área em que São Paulo caiu nove posições. O estado também perdeu posições em capital humano, segurança pública, solidez fiscal e inovação.
Entre os fatores apontados pelo relatório estão quedas relativas nos indicadores de equilíbrio de gênero na remuneração pública estadual, qualidade da informação contábil e fiscal e produtividade dos magistrados e servidores do Judiciário. Em solidez fiscal, houve recuos nos indicadores de taxa de investimentos e sucesso do planejamento orçamentário.
O próprio estudo alerta, no entanto, que a mudança de liderança deve ser interpretada com cuidado. O ranking é construído a partir da posição relativa dos estados e da agregação ponderada de diversos indicadores. Assim, não é possível concluir, apenas pela perda da primeira colocação, que São Paulo tenha se tornado menos competitivo em termos absolutos.
Região Sul consolida domínio no topo
A nova edição também reforça a concentração dos estados do Sul e do Sudeste nas primeiras posições do ranking. Além da liderança de Santa Catarina, o Paraná permaneceu em terceiro lugar e o Rio Grande do Sul alcançou a quarta colocação, depois de passar três anos consecutivos em quinto.
No Nordeste, o Ceará assumiu a liderança regional e subiu três posições no ranking geral, chegando ao 11º lugar e ultrapassando a Paraíba. Na região Norte, o Amazonas também avançou três posições, chegando à 14ª colocação e se tornando o estado mais bem posicionado da região.
Na outra ponta, Pará, Acre e Amapá permaneceram nas três últimas posições do ranking.
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