
Brasil
Polícia expõe como o crime organizado opera na Rota Amazônica
Tudo começou com algo “trivial”: a apreensão de 500 tabletes de “maconha gourmet” colombiana, sete fuzis de uso restrito, duas embarcações utilizadas no transporte da droga e das armas, um veículo utilitário empregado na logística terrestre, além de aparelhos celulares. Um suspeito foi preso em flagrante na ocasião pela Polícia Civil, enquanto a droga era transferida dos barcos para o veículo nas proximidades de Manaus, em agosto do ano passado. O restante dos envolvidos no ato do flagrante conseguiu fugir. Até aí, nada de novo ou muito diferente na rotina policial sob o sol forte do Amazonas.
A investigação desenrolada a partir desta apreensão pela Polícia Civil do Amazonas, porém, revela como funciona por dentro a Rota Amazônica, considerado como um dos dois principais trajetos para trazer drogas, notoriamente cocaína e maconha, dos países produtores vizinhos na América do Sul para dentro do Brasil — de onde, por sua vez, além de serem distribuídas em território nacional, são exportadas para Europa, África e Ásia.
A operação “Erga Ornes”, deflagrada em fevereiro pelo 24º Distrito Integrado de Polícia (DIP), cumpriu 23 mandados de prisão preventiva e 24 de busca e apreensão. Também foram autorizados bloqueio de contas, sequestro de bens e quebra de sigilo bancário. As ordens foram cumpridas no Amazonas e mais seis estados. A polícia identificou movimentações financeiras das conexões operacionais do esquema Brasil afora, o que expandiu a apuração para outros estados.
Investigação aponta para infiltração do crime organizado no poder público
As investigações revelam o tamanho da infiltração do crime organizado no poder público local. Além disso, relevou uma espécie de consórcio de traficantes ligados à facção criminosa Comando Vermelho de pelo menos sete estados — Amazonas, Ceará, Maranhão, Minas Gerais, Pará, São Paulo e Piauí — que financiava a estrutura necessária para operar na rota e recebia em suas localidades a droga contrabandeada no esquema.
O líder da quadrilha preso em Manaus, de acordo com a polícia, recebia depósitos que iam de R$ 100 mil a R$ 700 mil de traficantes de outros estados para financiar cada operação de aquisição e transporte de drogas da Colômbia para o Amazonas, de onde depois os entorpecentes eram distribuídos para os outros estados.
Assim, em uma espécie de consórcio criminal, com traficantes ligados ao Comando Vermelho, operava uma linha direta para contrabandear as drogas para o Brasil a um custo mais baixo. Outras inúmeras quadrilhas ligadas a facções seguem em atividade com o mesmo “modelo de negócios” na região. As investigações continuam.
Organização criminosa movimentou ao menos R$ 70 milhões
Entre os presos no Amazonas estão um servidor do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJ-AM); um policial militar; a policial civil Anabela Cardoso Freitas, ex-chefe de gabinete do prefeito de Manaus, David Almeida (Avante); além de advogados, ex-assessores parlamentares, empresários e traficantes. Segundo a polícia, a organização criminosa movimentou pelo menos R$ 70 milhões, o equivalente a aproximadamente R$ 9 milhões por ano desde 2018, e atuava em conjunto com os traficantes do Amazonas e de outros estados.
As investigações apontam que os suspeitos facilitavam a contratação de empresas de fachada nos setores de transporte e logística. Na prática, essas empresas seriam usadas para comprar drogas na Colômbia e enviá-las a Manaus.
Da capital amazonense, os entorpecentes seriam distribuídos para outras unidades da federação. Os investigados devem responder por organização criminosa, associação para o tráfico de drogas, corrupção ativa e passiva, violação de sigilo funcional, lavagem de dinheiro, ocultação de patrimônio e violação de sigilo funcional.
Ainda de acordo com a investigação, a organização criminosa utilizava rotas fluviais e terrestres para o transporte de entorpecentes, bem como veículos alugados em nome de terceiros, com o intuito de dificultar o rastreamento pelas autoridades. Também foi identificado o uso de empresas formalmente registradas nos ramos de transporte e locação, com indícios de funcionamento apenas documental, utilizadas para a movimentação e ocultação de valores de origem ilícita.
Relatórios de inteligência financeira apontaram movimentações bancárias atípicas de elevado valor, com transferências entre investigados, empresas vinculadas ao grupo e pessoas situadas em diversos estados. As análises indicam incompatibilidade entre o volume financeiro movimentado e a capacidade econômica declarada pelos envolvidos.
Os elementos reunidos apontam, ainda, indícios de tentativas de obtenção indevida de informações sigilosas relacionadas a procedimentos criminais, com o objetivo de antecipar ações policiais e judiciais, fato que segue sob apuração específica.
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Defesa nega envolvimento com esquema
A defesa da policial civil Anabela Cardoso Freitas afirma que ela não possui qualquer relação com organizações criminosas nem com os demais investigados. A defesa destaca ainda que ela é servidora pública concursada, reconhecida pela idoneidade, e pede que sua presunção de inocência seja preservada.
Já a prefeitura de Manaus informou que não é alvo da operação deflagrada. De acordo com nota divulgada à imprensa, nem o prefeito David Almeida nem a estrutura administrativa do município fazem parte da investigação. O TJ-AM informa, também por meio de nota, que adotou medidas administrativas em relação ao servidor citado na operação. A Corte afirma que preza pela legalidade, pela transparência e pela integridade e que não compactua com condutas incompatíveis com os deveres funcionais.
Dominada pelas facções criminosas Comando Vermelho e Família do Norte, mas também explorada em menor escala pelo Primeiro Comando da Capital (PCC), a Rota Amazônica é, junto com a Rota Caipira, o principal corredor de contrabando de entorpecentes ilegais para o Brasil pelas facções criminosas daqui.
De acordo com informações de um relatório recente da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) em parceria inédita com a Direção Nacional de Inteligência da Colômbia, um quilo da maconha colombiana, por exemplo, custa cerca de 150 dólares na fronteira da Colômbia com o Brasil, ou cerca de nove vezes o valor pelo qual é vendida na área de produção colombiana. Na região de Manaus, este valor sobe para em torno de 1,4 mil dólares o quilo.
A droga chega ao litoral do Nordeste por cerca de 2,9 mil dólares o quilo. No Sudeste, o valor final pode chegar a cerca de 5,6 mil dólares o quilo.
Segundo investigações da Polícia Federal, os entorpecentes colombianos entram no Brasil por rotas já estabelecidas pelo narcotráfico para trazer cocaína e pasta-base da droga. Um desses caminhos sai da Colômbia, passa pela Venezuela e entra no Brasil pela fronteira com Roraima. Outro desce em direção ao Peru e Bolívia e entra em território brasileiro pelos estados do Acre, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.
Brasil
Eleição ao governo de Pernambuco tem disputa por apoio de Lula
A esquerda e o centro prometem polarizar as eleições no estado de Pernambuco em busca do apoio de Lula (PT). A disputa por apoios para vencer a corrida pelo Executivo tem se repetido nos últimos pleitos no estado natal do presidente da República.
Para buscar a reeleição, a governadora Raquel Lyra (PSD) terá de se equilibrar entre acenos ao PT e as pontes com a centro-direita, na disputa contra o prefeito do Recife, João Campos (PSB). Ele carrega o sobrenome e o histórico político do clã pernambucano que já governou o estado, além de liderar pesquisa eleitoral que mediu a sondagem de votos há algumas semanas.
Campos tem 32 anos e é filho do ex-governador Eduardo Campos, que morreu em um acidente aéreo na cidade de Santos (SP), no litoral paulista, durante a campanha presidencial de 2014 pelo PSB. O prefeito do Recife se tornou o principal herdeiro político da família, que ainda tem na linhagem o bisavô Miguel Arraes, ex-governador pernambucano e líder da esquerda, que apoiou a candidatura de Lula desde a primeira eleição presidencial do petista em 1989.
Segundo pesquisa do instituto Real Time Big Data, Campos tem 51% de intenção de votos no primeiro turno. A governadora pernambucana tem a preferência de 31% dos entrevistados.
Em 2024, Campos foi reeleito na capital do estado com 78% dos votos válidos e passou a ser cotado como pré-candidato ao governo de Pernambuco. Ele figura entre os novos rostos do espectro político da esquerda no Brasil.
Recentemente, Campos se casou com a deputada federal Tabata Amaral (PSB-SP). Ele deve renunciar ao cargo até o dia 4 de abril para disputar as eleições de 2026. O vice-prefeito do Recife, Victor Marques (PCdoB), assume o comando na capital.
- Metodologia da pesquisa citada: 2.000 entrevistados pelo instituto Real Time Big Data em Pernambuco, entre os dias 9 e 10 de fevereiro de 2026. O nível de confiança é de 95%, com margem de erro de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos. A pesquisa foi contratada pela Real Time Midia Ltda. Registro no TSE nº PE-09944/2026.
Raquel Lyra pende para neutralidade entre o lulismo e a direita, avalia cientista política
Na avaliação da cientista política Priscila Lapa, os principais pré-candidatos ao governo de Pernambuco procuram se aliar ao governo Lula em busca do voto do eleitorado de centro-esquerda. Enquanto a afinidade entre Campos e o petista é mais ideológica, a relação entre Lula e Raquel Lyra tem se consolidado nas relações institucionais entre os governos federal e estadual.
“Por mais que isso não seja explícito por parte da governadora, ela aparece ao lado do presidente Lula, faz questão de mencionar o apoio do governo federal nos discursos e ressalta o direcionamento de recursos para o estado. Nas eleições, é possível que ela mantenha uma certa neutralidade, sem pedir votos para Lula, mas se for questionada sobre o apoio, deve confirmar a parceria dos últimos anos”, analisa.
Ela aponta para uma diferença entre os palanques de esquerda e a postura da governadora pernambucana, que precisa do voto do eleitor lulista para conquistar a reeleição nas urnas. “O eleitor de esquerda pode optar por esses dois palanques nas eleições estaduais. Mas Raquel Lyra agrega também os políticos de direita e transita entre lideranças, como o [deputado federal] Mendonça Filho (União Brasil), adversário ferrenho de Lula, além de setores do PL e do Republicanos”, comenta a cientista política.
Lapa avalia que a governadora deve adotar a mesma estratégia de neutralidade em relação ao pleito presidencial, utilizada no segundo turno das eleições de 2022, quando venceu Marília Arraes, então candidata pelo Solidariedade. Ex-deputada federal, Arraes é prima de João Campos e deve disputar a eleição ao Senado pelo PDT.
“Essa postura [de neutralidade] pode se repetir com a governadora reafirmando sua posição para impedir a volta do PSB ao governo do estado, mas ficando à disposição do vencedor da eleição presidencial para uma parceria com o governo federal”, opina Lapa.
Há quatro anos, Lyra disputou o governo pelo PSDB. No ano passado, ela migrou do ninho tucano para o PSD, sob a liderança nacional de Gilberto Kassab.
Segundo anotações de Flávio Bolsonaro (PL) sobre os cenários estaduais, divulgadas pela imprensa após uma reunião do PL, em Brasília, o partido não descarta a possibilidade de apoiar a reeleição de Lyra em troca de um palanque de peso em Pernambuco para a campanha presidencial do filho 01 de Jair Bolsonaro.
Um dos principais nomes da direita pernambucana nos últimos anos, Gilson Machado deixou o PL e anunciou que deve disputar uma vaga na Câmara Federal pelo Podemos. Ex-ministro do governo Bolsonaro, ele teve 13,9% dos votos na eleição pela prefeitura do Recife em 2024.
Os pré-candidatos ao governo de Pernambuco na eleição deste ano
João Campos (PSB)
Prefeito do Recife e herdeiro político da família Campos-Arraes, ele tem a preferência do eleitorado, conforme pesquisa recente, e representa a nova geração da esquerda nordestina próxima de Lula.

Raquel Lyra (PSD)
A governadora de Pernambuco busca a reeleição apostando em estratégia de equilíbrio entre lulismo institucional e apoio da centro-direita.

Eduardo Moura (Novo)
Representante da direita liberal, vereador aposta em discurso de renovação política e gestão eficiente no estado.

Ivan Moraes (PSOL)
Ex-vereador do Recife representa a esquerda mais ideológica e movimentos sociais no campo progressista.

Brasil
Segurança pública domina debate entre presidenciáveis do PSD
Os governadores Ratinho Junior (PR), Ronaldo Caiado (GO) e Eduardo Leite (RS) participaram na noite de domingo (15) de um debate promovido pelo programa Canal Livre, na Band TV. Os três são pré-candidatos à Presidência da República pelo PSD, comandado nacionalmente por Gilberto Kassab. Um deles deve ser anunciado até o fim deste mês de março como candidato da sigla — a tendência é que o governador paranaense seja o escolhido.
Além de defenderem as ações executadas nos seus respectivos estados ao longo de quase oito anos de mandato, o trio de presidenciáveis se aprofundou em alguns temas ao longo do encontro, especialmente segurança pública. Tanto que Ratinho Junior e Caiado citaram propostas nessa área de desenvolvimento como as primeiras medidas a serem tomadas caso sejam eleitos.
O governador do Paraná afirmou que enviaria ao Congresso Nacional uma proposta de emenda à Constituição (PEC) para autorizar os estados a legislarem sobre crimes contra a vida. Segundo ele, isso mostraria quais estados “compactuam com o narcotráfico”, caso não proponham projetos para aumento das penas.
“O Brasil tem que ser descentralizado, em especial na segurança pública”, disse Ratinho Junior. “Acho que um grande erro do Brasil, na segurança e em diversas áreas, é a centralização do poder em Brasília”, completou.
Por sua vez, o governador de Goiás afirmou que proporia uma PEC que reconheça facções criminosas — Primeiro Comando da Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV), por exemplo — como organizações terroristas. Esse é um assunto que está sendo tratado pelo governo dos Estados Unidos e deverá ter consequências para o Brasil.
“Essas facções se apoderam de tal maneira das estruturas de poder, que hoje são inatingíveis e intocadas”, falou Caiado. Ele ainda aproveitou para criticar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), a quem chamou de “embaixador do PCC e do Comando Vermelho”. “O governo federal está sendo complacente e conivente com as facções criminosas” completou.
Eduardo Leite não seguiu os colegas de PSD e preferiu colocar como prioridade um projeto que acabe com a reeleição para o Executivo Federal. Para ele, isso seria fundamental para “pacificar o país” e acabar com a polarização.
“Para poder criar um melhor ambiente, mandaria imediatamente no início do governo uma emenda para acabar com a reeleição do presidente da República”, falou. “Eu não quero que os brasileiros se unam no mesmo pensamento político, e sim no mesmo propósito”, complementou Leite.
Redução da maioridade penal é unanimidade entre presidenciáveis do PSD
Um ponto em comum entre os três pré-candidatos do PSD à Presidência da República é a unanimidade em relação ao avanço da discussão sobre a redução da maioridade penal. Para eles, é necessário debater o assunto como uma forma de combater as organizações criminosas.
“Na hora em que você endurece, que sabe que tem pena e que tem consequência, essa faixa etária de 16 anos tem que começar a responder, sim, pelos crimes praticados”, comentou o governador de Goiás, Ronaldo Caiado.
Ratinho Junior e Eduardo Leite fizeram algumas ressalvas e destacaram que é preciso antes ampliar discussões sobre o tema e resolver problemas estruturais. “Eu gosto da ideia, mas acho também que tem que ter um debate profundo sobre o assunto”, disse o governador paranaense.
O governador do Rio Grande do Sul reforçou que é preciso discutir antes o sistema prisional, para então falar em redução da maioridade penal. “Eu acho que você pode avançar na discussão de maioridade penal, desde que você consiga resolver um sistema prisional antes. Senão nós vamos estar colocando dentro de um sistema que vai recrutar jovens para o crime também”, sugeriu.
Brasil
Governo promete oito leilões de ferrovias em um ano

O governo federal aposta na Política Nacional de Outorgas Ferroviárias para modernizar a logística do país. O plano prevê oito leilões e 9 mil quilômetros de trilhos, unindo recursos públicos e privados para reduzir a dependência das rodovias e baratear o escoamento da produção nacional.
Qual é o principal objetivo da nova política ferroviária?
O objetivo é acabar com décadas de estagnação e equilibrar o sistema de transporte brasileiro. Hoje, o Brasil depende muito de caminhões para levar cargas por longas distâncias, o que é caro e ineficiente. A ideia é atrair R$ 600 bilhões em investimentos para criar corredores logísticos modernos, conectando as regiões produtoras aos portos de forma mais sustentável.
Como funcionam os modelos de concessão e autorização?
Nas concessões, o governo define o projeto e o privado vence o leilão para operar grandes corredores nacionais. Já nas autorizações, o setor privado tem mais liberdade para propor e construir trechos menores, como ramais que ligam fábricas às linhas principais. O governo defende que os dois modelos funcionam juntos: um cuida das ‘avenidas’ ferroviárias e o outro das vias de alimentação.
Quais ferrovias estão na lista para os próximos leilões?
O cronograma inclui projetos importantes como o Corredor Minas–Rio, a Malha Oeste e a Malha Sul (que atende Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul). Também estão previstos trechos da Ferrovia Norte-Sul e da Fico-Fiol. Outro destaque é a Ferrogrão, projeto que o governo tenta destravar na justiça para organizar o fluxo de cargas e evitar o crescimento desordenado de estradas.
Por que o Brasil ainda sofre com ferrovias abandonadas ou obsoletas?
Isso é fruto de erros históricos, como o foco exagerado em rodovias desde 1930 e a falta de padronização nos trilhos. Existem hoje bitolas (distâncias entre os trilhos) diferentes no país, o que impede que o mesmo trem circule em toda a rede. Dos 30 mil quilômetros instalados, apenas 12 mil estão ativos, evidenciando o abandono de ramais que deixaram de ser lucrativos.
Quais são os maiores desafios para que esses projetos saiam do papel?
O maior desafio é garantir que o dinheiro público prometido (cerca de R$ 140 bilhões) seja liberado conforme o previsto para dar segurança aos investidores. Além disso, os editais precisam passar pelo rigor do Tribunal de Contas da União (TCU). Para tornar os negócios mais atraentes, o governo aumentou o tempo dos contratos, que agora podem durar até 70 ou 99 anos, permitindo que as empresas recuperem o investimento.
Conteúdo produzido a partir de informações apuradas pela equipe de repórteres da Gazeta do Povo. Para acessar a informação na íntegra e se aprofundar sobre o tema leia a reportagem abaixo.
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