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Operação prende 11 pessoas em 5 estados; quadrilha movimentou R$ 90 mi
Um dos alvos da operação, que foi preso em Sergipe, movimentou cerca de R$ 16 milhões. “Morava numa casa simples, tinha uma empresa de fachada que não movimentava pequenas quantias, então ficou evidente de que se tratava de lavar dinheiro, até porque quase todos os envolvidos que estavam movimentando dinheiro eram presidiários, ex-presidiários ou visitantes de presidiários”, disse o delegado.
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Justiça marca audiência de homem acusado de decapitar a mãe em BH
Belo Horizonte – A Justiça de Minas Gerais marcou para 8 de outubro a audiência de instrução e julgamento de Ritchie Glaycon Rodrigues Viana, acusado de matar e decapitar a própria mãe, Jussara Maria Rodrigues, de 54 anos, em Belo Horizonte.
A audiência está prevista para as 13h50 e será realizada no Tribunal do Júri – 1º Sumariante da comarca de Belo Horizonte.
No despacho que determinou a inclusão do processo na pauta, a juíza Ana Carolina Rauen Lopes de Souza também decidiu manter a prisão preventiva do acusado. Ritchie está preso desde 22 de junho, um dia após o crime.
Segundo a magistrada, não houve mudança nos fatos que justificaram a decretação e posterior manutenção da prisão preventiva.
A decisão determina ainda que, por estar preso, Ritchie participe da audiência por videoconferência a partir da unidade prisional. Caso isso não seja possível, deverá ser providenciada outra forma de participação remota ou a apresentação presencial do acusado. As testemunhas deverão comparecer presencialmente à Justiça.
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do Metrópoles
Perícia apontou quadro psicótico
O despacho também traz informações sobre a avaliação da saúde mental do acusado. A Justiça determinou que a Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) preste, em até cinco dias, esclarecimentos solicitados pela Defensoria Pública.
No processo, a defesa pediu que Ritchie retorne ao Centro de Atenção Médico-Pericial (Camp) ou seja encaminhado a outro estabelecimento adequado às condições de saúde dele. Ao fazer o pedido, a Defensoria afirmou que a perícia foi “conclusiva quanto à inimputabilidade penal decorrente de quadro psicótico”.
Anteriormente, o Ministério Público de Minas Gerais havia questionado o resultado do laudo sobre as condições mentais do acusado e solicitado uma reavaliação do exame.
Relembre o crime
Jussara Maria Rodrigues foi morta na madrugada de 21 de junho, no apartamento onde vivia com o filho, no bairro Ermelinda, na Região Noroeste de Belo Horizonte.
Segundo a denúncia do Ministério Público, Ritchie estrangulou a mãe enquanto ela dormia e, depois, desferiu golpes de faca no pescoço e no tórax da vítima. Após a morte, ele decapitou o corpo.
O MP denunciou o homem por feminicídio qualificado por crueldade e pelo uso de recurso que dificultou a defesa da vítima. Segundo a investigação, o crime ocorreu após Jussara decidir que deixaria de sustentar financeiramente o filho e passaria a exigir que ele trabalhasse.
Após o assassinato, o acusado tomou banho e permaneceu no apartamento. Em depoimento, ele afirmou ter ouvido uma “voz” ordenando que matasse a própria mãe.
A Polícia Militar chegou ao imóvel após ser acionada por vizinhos. Ritchie confessou o crime aos policiais e entregou a faca utilizada.
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Brasileirão Feminino A2: TV Brasil acompanha primeiro jogo da final
A TV Brasil transmite, neste domingo (13), a partir das 10h50, a partida de ida da grande final do Brasileirão Feminino Série A2 entre Itabirito (MG) e Vasco (RJ). O duelo acontece na Arena do Jacaré, em Sete Lagoas, Minas Gerais, às 11h.
O jogo de volta está marcado para o dia 20 de setembro no mesmo horário. Por ter feito melhor campanha nesta décima edição do torneio, o time cruzmaltino terá a vantagem de jogar o segundo e decisivo confronto em casa, no Rio de Janeiro, em local ainda a ser definido.
A briga pela taça promete muitas emoções. As equipes do Itabirito e do Vasco se classificaram no fim de semana passado com goleadas e demonstração de força em suas respectivas casas.
Esporte feminino
A transmissão integra a estratégia da TV Brasil de ampliar a visibilidade das competições femininas. Além da Série A2, a emissora também exibe jogos das Séries A1 e A3 do Brasileirão Feminino, a grande final da competição sub-17 e exibiu as partidas da Liga de Basquete Feminino (LBF).
A equipe de profissionais que comanda as transmissões do Brasileirão Feminino conta com o narrador Thiago Julianelli e um time de mulheres formado pelas comentaristas Brenda Balbi e Rachel Motta e as repórteres Marília Arrigoni e Verônica Dalcanal.
As competições ganham ainda mais visibilidade por meio da parceria com os canais que formam a Rede Nacional de Comunicação Pública (RNCP), que podem retransmitir a programação da TV Brasil em seus estados.
Prêmio TV Brasil Petrobras Para Elas
Aproveite o clima de decisão e ajude a escolher a vencedora da categoria Craque da Torcida do Prêmio TV Brasil Petrobras Para Elas.
A premiação criada pela TV Brasil e pela Petrobras vai reconhecer ainda atletas, treinadores e treinadoras, dirigentes, departamentos de futebol feminino e clubes que se destacarem ao longo da temporada de 2026.
A votação da categoria com voto popular já está aberta, é gratuita e tem votos ilimitados! Clique aqui e acesse o link para votar até 31 de outubro.
Ao vivo e on demand
Acompanhe a programação da TV Brasil pelo canal aberto, TV por assinatura e parabólica. Sintonize: https://tvbrasil.ebc.com.br/comosintonizar.
Seus programas favoritos estão no TV Brasil Play, pelo site http://tvbrasilplay.com.br ou por aplicativo no smartphone.
O app pode ser baixado gratuitamente e está disponível para Android e iOS. Assista também pela WebTV: https://tvbrasil.ebc.com.br/webtv.
Serviço
Brasileirão Feminino Série A2 – Final (ida) – Itabirito (MG) x Vasco (RJ) – domingo (13), a partir das 10h50, na TV Brasil.
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Plataformas vão informar canais de denúncia de violência contra mulher
As plataformas digitais terão prazo sugerido de 15 dias para informar ao governo federal como funcionam seus canais e mecanismos de denúncia de violência contra mulheres no ambiente digital.
O pedido foi encaminhado em ofício conjunto pelas Secretarias de Políticas Digitais da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, de Direitos Digitais do Ministério da Justiça e de Enfrentamento à Violência contra Mulheres do Ministério das Mulheres.
A iniciativa tem como objetivo reunir informações que permitam qualificar o atendimento prestado pelo Ligue 180, especialmente na orientação a mulheres vítimas de violência praticada ou disseminada pela internet.
Canais de denúncia
O documento pede às empresas detalhes sobre os fluxos adotados para receber notificações relacionadas à divulgação não autorizada de conteúdo íntimo, conforme previsto no artigo 21 do Marco Civil da Internet e nas diretrizes estabelecidas pelo Decreto 12.976/2026.
Entre as informações pedidas estão:
- Prazos para análise das denúncias;
- Confirmação de recebimento das notificações;
- Possibilidade de acompanhamento das solicitações;
- Os mecanismos para evitar o reenvio de conteúdos removidos.
O governo também quer saber se esses procedimentos são aplicados a conteúdos manipulados ou produzidos com uso de inteligência artificial.
Outras violências
O ofício questiona ainda a existência de canais específicos para denúncias de outras formas de violência digital contra mulheres, incluindo assédio e violência política de gênero.
As plataformas também deverão indicar um ponto focal das empresas no Brasil para facilitar a interlocução com o poder público sobre o tema.
Proteção digital
Segundo o governo, a coleta das informações faz parte dos esforços para estruturar políticas de proteção de direitos no ambiente digital e fortalecer a rede de acolhimento e orientação às mulheres em situação de violência.
Os dados fornecidos pelas plataformas serão utilizados para aprimorar as informações repassadas pelo Ligue 180. A intenção é ampliar a capacidade do serviço de orientar vítimas sobre os canais disponíveis em cada plataforma e os procedimentos necessários para solicitar providências.
O pedido foi formulado em caráter cooperativo, no âmbito das competências dos órgãos envolvidos, e considera as novas obrigações relacionadas à proteção de mulheres no ambiente digital previstas no Decreto 12.976/2026.
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