Brasil
No contramão de Lula, estados do Sul aprimoram gestão pública
Em meio ao debate nacional sobre equilíbrio fiscal, dois estados do Sul apresentam indicadores que reforçam a ênfase no controle de gastos e na execução orçamentária como instrumentos de gestão pública. O Paraná encerrou o último ano com 93% do orçamento previsto executado, enquanto Santa Catarina sustenta baixo nível de endividamento, metas de revisão de despesas administrativas e foco na qualificação do gasto público.
Em ambos os casos, as secretarias estaduais de Fazenda e Planejamento defendem a centralização financeira, o controle de custeio e a ampliação da eficiência administrativa como pilares da política fiscal.
No plano federal, o cenário é distinto. O governo Lula opera com déficit primário recorrente, aumento das despesas obrigatórias e crescimento da dívida pública, o que tem ampliado o debate sobre a sustentabilidade das contas da União. Nesse contexto, Paraná e Santa Catarina apresentam modelos baseados em execução orçamentária elevada, disponibilidade de caixa e metas formais de controle de despesas, inserindo-se como referências regionais em um ambiente nacional marcado por restrições fiscais e discussões sobre expansão de gastos.
O secretário paranaense da Fazenda, Norberto Ortigara, recorda que há 10 anos o estado tinha dificuldades para honrar compromissos financeiros, em decorrência da postura de ceder às pressões de categorias do funcionalismo, o que pressionava a folha de pagamento.
“Qualquer barulho gerava resposta na forma de aumento salarial”, relembra o secretário, em entrevista à Gazeta do Povo. Em 2015, a gestão Beto Richa (PSDB) conseguiu aprovar na Assembleia Legislativa a utilização de recursos da previdência dos servidores paranaenses para cobrir o rombo no cofre estadual.
Ortigara afirma que, após esse período, os valores foram devolvidos e corrigidos, e o estado iniciou um ajuste fiscal para recuperar a saúde financeira. “Foi feito um ajuste fiscal, combinado com uma mão de ferro em cima dos gastos, o que acabou colocando o estado numa condição melhor”, disse o secretário da Fazenda, que destaca a classificação do Paraná como “Capag A+”, nota máxima de capacidade de pagamento concedida pelo Tesouro Nacional.
Paraná tem “caixa livre” que supera R$ 10 bilhões
A espinha dorsal da gestão paranaense está no conceito que Ortigara define como “inteligência financeira”: manter as contas equilibradas para converter eficiência em investimento concreto. O governo do Paraná afirma que detém a maior disponibilidade de caixa livre do Brasil, com mais de R$ 10 bilhões — superando inclusive economias estaduais mais robustas, como a de São Paulo. A lista dos estados em melhor situação financeira ainda tem a Paraíba e Santa Catarina.
A dívida consolidada líquida do Paraná é a terceira menor do país, o que permitiria ao estado quitar compromissos e ainda preservar um saldo positivo estimado em R$ 3,5 bilhões. Um dos movimentos estruturantes, segundo Ortigara, foi a implantação da Conta Única do Tesouro, que reduziu centenas de contas bancárias a poucas unidades estratégicas.
A centralização ampliou o poder de negociação e gerou R$ 5,2 bilhões em rendimentos financeiros em 2025. “Esse colchão de liquidez permitiu ao Paraná não aderir ao Propag [programa federal de renegociação de dívidas], preservando autonomia fiscal e previsibilidade administrativa. […] O objetivo do estado não é ter lucro, é ter solidez e liquidez.”
Em 2025, o secretário da Fazenda informa que foram R$ 7,18 bilhões empenhados, 12% acima do ano anterior e o dobro do registrado em 2018. Ortigara destaca os investimentos, principalmente na infraestrutura estadual e em áreas de serviços básicos, saúde e educação:
- infraestrutura rodoviária: ampliação de duplicações com pavimento rígido (concreto) e fortalecimento da malha rural, além de R$ 1,5 bilhão destinados à compra de maquinário para municípios.
- educação: 33,54% da Receita Líquida de Impostos (RLI), o que equivale a R$ 19,2 bilhões, acima do mínimo constitucional.
- saúde: 12,21% da RLI (R$ 7,1 bilhões) também superando o piso obrigatório.
Na avaliação de Ortigara, a solidez fiscal tem reflexo direto na economia real. O PIB do Paraná encerrou 2025 com crescimento estimado de 3,1%, alcançando R$ 784 bilhões, com projeção de R$ 835 bilhões em 2026, o que consolida o estado como a quarta maior economia do país.
Segundo ele, o estado vive uma situação próxima ao pleno emprego, com taxa de desocupação de 3,2%, conforme os dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) — patamar inferior à média nacional. A política de atração de investimentos, por meio do programa estadual “Paraná Competitivo”, acumula mais de R$ 300 bilhões nos últimos sete anos, conforme os dados da Fazenda, fortalecendo cadeias produtivas estratégicas.
“O agronegócio avança em valor agregado e processamento, enquanto o estado consolida-se como segundo maior polo automotivo do Brasil, ampliando o adensamento industrial.”
Ineficiência na gestão pública gera desperdício anual de US$ 68 bilhões
Segundo o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), o Brasil enfrenta o peso de uma máquina pública considerada onerosa e pouco eficiente — com estimativas de desperdício anual de US$ 68 bilhões, algo entre 4% e 20% do PIB devido à má alocação de recursos.
O secretário de Planejamento do estado de Santa Catarina, Fabrício Oliveira, defende que o debate nacional precisa avançar além do discurso do “gastar menos” e concentrar-se na premissa de “gastar melhor”.
“A máquina pública precisa ser redesenhada para entregar velocidade, transparência e impacto real. Cada real mal aplicado é uma escola ou hospital a menos para a população”, estima ele.
Para o secretário, o entrave brasileiro é estrutural: modelos administrativos ultrapassados dificultam a entrega de serviços compatíveis com a elevada carga tributária. Em contraste com o cenário nacional, a pasta catarinense ressalta indicadores que reforçam a percepção de estabilidade institucional e dinamismo econômico.
Santa Catarina possui uma das menores taxas de desemprego do país, 2,3%, ao lado do Mato Grosso, 2,2%, segundo o levantamento do último ano divulgado em janeiro pelo IBGE.
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Estados que produzem mais são penalizados, critica secretário catarinense
Oliveira ressalta que, nos últimos anos, Santa Catarina liderou a migração interestadual, movimento interpretado como reflexo da confiança no ambiente econômico e institucional. A segurança pública é apontada como elemento central nesse ambiente.
“Santa Catarina é o estado mais seguro da federação, fator decisivo para quem deseja investir ou fixar residência”, observa. O secretário ainda critica o pacto federativo quanto à distribuição de receitas entre estados e União.
“A cada R$ 100 enviados a Brasília, cerca de R$ 10 retornam ao estado”, calcula. Na avaliação dele, o modelo atual gera desequilíbrios para unidades federativas com forte atividade produtiva.
“Diante desse cenário, a opção do estado tem sido evitar aumento de impostos e concentrar esforços na ampliação da base econômica por meio da desburocratização e do estímulo ao empreendedorismo”, completa. Para sustentar o modelo de gestão, o governo de Santa Catarina estabeleceu metas voltadas à eficiência administrativa:
- recuperação de Receitas: revisão de benefícios fiscais e combate à sonegação, com potencial estimado de R$ 2,1 bilhões anuais.
- revisão de despesas: análise de 29 itens administrativos e nove relacionados à folha de pagamento, com projeção de economia de R$ 2,2 bilhões por ano.
- desburocratização: meta de reduzir em até 40% a burocracia em transferências e processos internos.
Experiência na gestão pública de Balneário Camboriú durante a pandemia
Antes de assumir a pasta estadual, Oliveira foi prefeito de Balneário Camboriú, onde projetos de modernização urbana — como o alargamento da faixa de areia e incentivos à inovação — impulsionaram a valorização imobiliária e a expansão econômica do município.
“Balneário Camboriú teve o seu principal salto no momento mais difícil da história, que foi a pandemia [de Covid-19]. Foi ali que realizamos o alargamento da faixa de areia. E esse alargamento tornou a cidade como o metro quadrado mais valorizado do país.”
Segundo ele, a estratégia adotada no estado segue a mesma lógica: diagnósticos regionais precisos, metas claras e acompanhamento permanente da execução. “Nós abaixamos impostos, principalmente na área da inovação e tecnologia. Fizemos incentivos para a vinda de parques temáticos e conseguimos impulsionar a cidade no momento mais difícil”, disse o ex-prefeito de Balneário Camboriú.
Brasil
Interpol entra nas buscas por irmãos desaparecidos no Maranhão há oito meses
A Polícia Federal acionou o apoio da Interpol para tentar localizar os irmãos Ágatha Isabelly e Allan Michael, desaparecidos há oito meses no Maranhão. A investigação, que se concentra na zona rural de Bacabal, ganha agora ferramentas de monitoramento global e cooperação internacional em 197 países para verificar pistas sobre o paradeiro das crianças, sumidas desde janeiro de 2026.
Como a Interpol vai participar das buscas pelas crianças?
O Núcleo de Cooperação Internacional da Polícia Federal disponibilizou ferramentas que permitem o cruzamento de dados em escala global. Na prática, isso significa que o caso passa a contar com o Yellow Notice, um alerta internacional usado especificamente para localizar pessoas desaparecidas, com foco em menores de idade. Esse recurso é fundamental caso surjam indícios de que os irmãos tenham saído do território brasileiro, facilitando o compartilhamento imediato de informações com autoridades de 197 países e auxiliando em um eventual processo de repatriação das vítimas.
Quais são as principais hipóteses para o desaparecimento dos irmãos?
Desde o sumiço em 4 de janeiro, diversas linhas de investigação foram traçadas pelas forças de segurança do Maranhão. Inicialmente, as buscas por terra, água e ar focaram na possibilidade de os irmãos terem se perdido na mata densa da região quilombola de São Sebastião dos Pretos. Entretanto, a defesa da família também levantou a suspeita de tráfico humano, embora essa hipótese ainda não tenha sido confirmada oficialmente. Como o processo corre sob segredo de Justiça, detalhes específicos sobre novas pistas ou provas não são divulgados para preservar o andamento das investigações.
Como ocorreu o desaparecimento de Ágatha e Allan em Bacabal?
As crianças, de 6 e 4 anos, desapareceram enquanto brincavam na comunidade quilombola onde viviam, a cerca de 250 quilômetros de São Luís. Na ocasião, eles estavam acompanhados de um primo de 8 anos, que também sumiu, mas foi encontrado três dias depois em uma área de mata. O menino estava debilitado e desorientado, não conseguindo fornecer informações claras sobre o que aconteceu com os primos. Desde então, mobilizações massivas envolvendo drones, cães farejadores e centenas de voluntários foram realizadas na região, mas o paradeiro dos irmãos permanece um mistério absoluto.
Conteúdo produzido a partir de informações apuradas pela equipe de repórteres da Gazeta do Povo. Para acessar a informação na íntegra e se aprofundar sobre o tema leia a reportagem abaixo.
Brasil
Santa Catarina supera SP e se torna o estado mais competitivo
O estado de São Paulo deixou a liderança do Ranking de Competitividade dos Estados pela primeira vez após 14 edições da lista, elaborada pelo Centro de Liderança Pública (CLP) com desenvolvimento técnico da Tendências Consultoria.
Santa Catarina, que ocupava a segunda posição na edição anterior, passou ao primeiro lugar, enquanto São Paulo caiu para a segunda colocação. O Paraná manteve a terceira posição, ocupada desde 2022, e o Rio Grande do Sul avançou do quinto para o quarto lugar, sua melhor colocação até agora.
O Ranking de Competitividade dos Estados reúne indicadores distribuídos em dez pilares: infraestrutura, sustentabilidade social, segurança pública, educação, solidez fiscal, eficiência da máquina pública, capital humano, sustentabilidade ambiental, potencial de mercado e inovação.
O objetivo é comparar fatores relacionados à capacidade dos estados de atrair investimentos, oferecer serviços públicos e criar condições para o desenvolvimento econômico e social.
O levantamento dá mais peso para os pilares de segurança pública, sustentabilidade social, infraestrutura e educação, seguido por solidez fiscal e eficiência da máquina pública.
A classificação mede o desempenho relativo dos estados no conjunto de indicadores, o que significa que uma mudança de posição não implica necessariamente piora absoluta de quem caiu ou melhora em todos os indicadores de quem subiu. Um estado pode avançar mais rapidamente que outro e ultrapassá-lo mesmo que ambos tenham apresentado melhora em seus dados brutos.
Nas notas finais, a distância entre os dois estados mais competitivos já vinha diminuindo nos últimos anos. Em 2023, São Paulo tinha vantagem de 5,6 pontos sobre Santa Catarina nas notas normalizadas do ranking. A diferença caiu para 2,7 pontos em 2024 e para apenas 1 ponto em 2025. Na edição de 2026, Santa Catarina passou a ter vantagem de 6,4 pontos sobre o estado paulista.
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Ranking de Competitividade dos Estados 2026
| Posição | UF | Nota final |
| 1 | Santa Catarina | 87,06 |
| 2 | São Paulo | 80,68 |
| 3 | Paraná | 76,30 |
| 4 | Rio Grande do Sul | 68,00 |
| 5 | Espírito Santo | 67,24 |
| 6 | Distrito Federal | 62,43 |
| 7 | Minas Gerais | 60,23 |
| 8 | Goiás | 59,46 |
| 9 | Mato Grosso | 59,08 |
| 10 | Mato Grosso do Sul | 55,15 |
| 11 | Ceará | 54,04 |
| 12 | Paraíba | 53,92 |
| 13 | Rio de Janeiro | 50,01 |
| 14 | Amazonas | 48,99 |
| 15 | Rio Grande do Norte | 46,94 |
| 16 | Sergipe | 44,96 |
| 17 | Pernambuco | 43,57 |
| 18 | Alagoas | 42,99 |
| 19 | Piauí | 39,36 |
| 20 | Rondônia | 36,33 |
| 21 | Bahia | 36,11 |
| 22 | Roraima | 35,69 |
| 23 | Maranhão | 34,02 |
| 24 | Tocantins | 33,33 |
| 25 | Pará | 32,81 |
| 26 | Acre | 24,73 |
| 27 | Amapá | 24,50 |
Fonte: CLP
Como Santa Catarina alcançou a liderança no ranking
A ascensão catarinense foi impulsionada principalmente por avanços em áreas nas quais o estado melhorou sua posição relativa dentro do ranking.
Em educação, Santa Catarina ganhou sete posições. Um dos principais fatores foi o avanço de 23 colocações no indicador de avaliação educacional.
O estado também subiu sete posições no pilar de eficiência da máquina pública, acompanhado por ganhos de 17 posições no indicador de equilíbrio de gênero no emprego público estadual e de 12 posições no equilíbrio de gênero na remuneração pública estadual.
Outro avanço relevante ocorreu em solidez fiscal, pilar em que Santa Catarina ganhou três posições. O resultado foi acompanhado por uma melhora de dez colocações no indicador de sucesso do planejamento orçamentário, além de ganhos em regra de ouro e solvência fiscal.
Santa Catarina também avançou três posições em sustentabilidade ambiental, com melhora em indicadores relacionados à transparência das ações de combate ao desmatamento, serviços urbanos e tratamento de esgoto. Em potencial de mercado, o estado subiu duas posições.
O resultado final revela uma vantagem construída pela consistência em diferentes áreas. Na comparação entre os dez pilares, Santa Catarina ficou em primeiro lugar em sustentabilidade social, segurança pública e potencial de mercado; foi terceira colocada em eficiência da máquina pública e quarta em solidez fiscal.
O estado lidera em sustentabilidade social, segurança pública e potencial de mercado. Sua pior colocação entre os pilares foi infraestrutura, em quinto lugar.
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São Paulo continua líder em áreas estratégicas
A perda da primeira posição geral não significa, porém, que São Paulo tenha deixado de apresentar resultados superiores em áreas importantes.
O estado paulista continua na primeira colocação nos pilares de infraestrutura, educação e sustentabilidade ambiental, ou seja, em três dos dez grandes grupos de indicadores utilizados pelo levantamento.
A queda para o segundo lugar foi influenciada principalmente por perdas relativas em cinco pilares. A maior delas ocorreu em eficiência da máquina pública, área em que São Paulo caiu nove posições. O estado também perdeu posições em capital humano, segurança pública, solidez fiscal e inovação.
Entre os fatores apontados pelo relatório estão quedas relativas nos indicadores de equilíbrio de gênero na remuneração pública estadual, qualidade da informação contábil e fiscal e produtividade dos magistrados e servidores do Judiciário. Em solidez fiscal, houve recuos nos indicadores de taxa de investimentos e sucesso do planejamento orçamentário.
O próprio estudo alerta, no entanto, que a mudança de liderança deve ser interpretada com cuidado. O ranking é construído a partir da posição relativa dos estados e da agregação ponderada de diversos indicadores. Assim, não é possível concluir, apenas pela perda da primeira colocação, que São Paulo tenha se tornado menos competitivo em termos absolutos.
Região Sul consolida domínio no topo
A nova edição também reforça a concentração dos estados do Sul e do Sudeste nas primeiras posições do ranking. Além da liderança de Santa Catarina, o Paraná permaneceu em terceiro lugar e o Rio Grande do Sul alcançou a quarta colocação, depois de passar três anos consecutivos em quinto.
No Nordeste, o Ceará assumiu a liderança regional e subiu três posições no ranking geral, chegando ao 11º lugar e ultrapassando a Paraíba. Na região Norte, o Amazonas também avançou três posições, chegando à 14ª colocação e se tornando o estado mais bem posicionado da região.
Na outra ponta, Pará, Acre e Amapá permaneceram nas três últimas posições do ranking.
Brasil
veja fotos das manifestações de 7 de setembro
Além dos tradicionais gritos de “Fora Lula” e “Fora Moraes”, as manifestações de 7 de setembro marcadas para esta segunda-feira (7) em diversas cidades do Brasil também apresentam faixas, bandeiras e palavras de ordem em apoio ao ministro André Mendonça. O magistrado foi o responsável pela retirada, na última terça-feira (1º), do sigilo de mensagens trocadas entre Alexandre de Moraes e o fundador do Banco Master, Daniel Vorcaro.
Na manhã desta segunda-feira (7), foram registradas manifestações em Brasília, organizadas pelo ex-desembargador Sebastião Coelho e pelo Partido Liberal (PL) Manifestantes também se reuniram em Belo Horizonte (MG), Goiânia (GO), Salvador (BA) e Maceió (AL).
Em São Paulo, a concentração está prevista para 15h na Avenida Paulista, com a presença do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência da República, e de outros lideranças da direita brasileira.
Durante o dia também são esperadas mobilizações em cidades como Rio de Janeiro (RJ), Goiânia (GO), Curitiba (PR), Florianópolis (SC), Joinville (SC), Porto Alegre (RS), Recife (PE), Vila Velha (ES), Natal (RN), Fortaleza (CE), Aracaju (SE) e João Pessoa (PB).
Veja a seguir fotos de manifestações desta segunda-feira (7).
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