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Brasil

Incêndio atinge prédio histórico em Paranaguá; governador cria força-tarefa

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O governador do Paraná, Ratinho Junior (PSD), anunciou neste sábado (4) a criação de uma força-tarefa para avaliar os estragos causados por um incêndio de grandes proporções no Instituto de Educação Doutor Caetano Munhoz Rocha, em Paranaguá, no litoral do Paraná.

O fogo começou por volta do meio-dia e só foi contido cerca de duas horas e meia depois. O Corpo de Bombeiros e a brigada de incêndio do terminal portuário atuaram no combate ao incêndio.

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Atualmente, a unidade atende 1.635 estudantes distribuídos em 53 turmas, sendo a maioria do ensino médio. O governo do Paraná informou que a continuidade das aulas ainda será definida, com possibilidade de realocação dos estudantes em outras unidades.

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“Determinei ao nosso Corpo de Bombeiros Militar todo o esforço possível para o combate às chamas e, na sequência, que a Secretaria da Educação avalie a dimensão dos danos para que possamos investir o que for necessário, fazendo com que este grande símbolo da educação paranaense volte a atender os nossos alunos o mais rápido possível”, disse o governador.

As causas do incêndio serão investigadas pela Polícia Científica e pela Polícia Civil. A estrutura foi tombada pelo Patrimônio Histórico e Artístico do estado em 1991. Segundo a Secretaria de Estado da Educação (Seed), não houve vítimas.

A Seed vai mobilizar engenheiros de seu quadro técnico e do Instituto Paranaense de Desenvolvimento Educacional, o Fundepar, para avaliar a extensão dos danos e definir as próximas etapas de recuperação do prédio.

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“Nesse momento triste, o Município se junta ao Estado e através da Defesa Civil, juntamente com as secretarias municipais, está atuando de forma integrada no acompanhamento da situação, prestando o apoio e serviço necessário”, disse a prefeitura de Paranaguá, em nota.



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Brasil

Rússia engana brasileiros para lutarem na Ucrânia, diz relatório

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A ONG Anistia Internacional divulgou nesta quinta-feira (10) o relatório de uma investigação que apontou que brasileiros e cidadãos de outras nacionalidades estão sendo enganados pela Rússia com falsas promessas de emprego para que lutem na guerra na Ucrânia.

A organização informou que sua investigação foi baseada em entrevistas com cidadãos do Brasil, Colômbia, Cuba, Egito, Serra Leoa, Sri Lanka, Somália e África do Sul, realizadas em dois campos de prisioneiros de guerra na Ucrânia entre 2024 e 2026.

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Outra fonte da apuração foram conversas com cidadãos estrangeiros que atualmente servem nas forças russas, familiares, advogados, ativistas de direitos humanos e jornalistas.

“Indivíduos do Brasil, Colômbia, Serra Leoa, Somália, África do Sul e Sri Lanka, recrutados fora da Rússia, relataram ter recebido falsas promessas de empregos civis nas áreas de segurança, logística, construção, TI [tecnologia da informação] e outros setores — muitas vezes com garantias de altos salários e acesso acelerado à cidadania russa —, apenas para serem induzidos de forma fraudulenta a ingressar nas forças armadas logo após sua chegada”, informou a Anistia Internacional.

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