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Fifa Series: Brasil atropela Zâmbia por 6 x 1 e segue 100% no torneio

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Mais uma goleada das jogadoras da Seleção Brasileira Feminina. Nesta terça-feira (14/4), o Brasil venceu a Zâmbia por 6 x 1, em duelo realizado na Arena Pantanal, em Cuiabá, pela segunda rodada da Fifa Series. Os gols do lado verde e amarelo foram marcados por Yasmim, Tainá Maranhão, Angelina, Raíssa Bahia, Kerolin e Vitória Calhau.

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Quem diminuiu para a Zâmbia foi Barbra Banda, uma das destaques do Orlando Pride.

Jogo

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A Seleção Brasileira iniciou sua pressão logo aos 10 minutos da primeira etapa. Após uma boa articulação pelo meio, Gabi Portilho teve a primeira grande chance: a goleira da Zâmbia foi forçada a sair da área para interceptar o ataque e, no rebote, a jogadora do Orlando Pride tentou o toque por cobertura, mas a bola acabou subindo demais.

O caminho começou a se abrir quando a goleira zambiana, Hazel Nali, ao tentar conter mais uma infiltração brasileira, interrompeu a jogada com o braço fora da área. Após a revisão do VAR, a arbitragem aplicou o cartão vermelho direto, deixando a Zâmbia com uma a menos.

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Aproveitando a superioridade, o Brasil inaugurou o marcador aos 31 minutos. Em uma cobrança de falta logo após a expulsão, Yasmim bateu com precisão no canto esquerdo, superando a goleira reserva para colocar a Amarelinha na frente.

A vantagem poderia ter ampliado rapidamente. Aos 33, Gabi Portilho recebeu um belo passe dentro da área, mas pecou na finalização. Logo na sequência, foi a vez de Marília desperdiçar outra oportunidade clara. O Brasil seguia sufocando e Gio chegou a balançar as redes com um gol de cavadinha após receber cruzamento, mas o lance foi anulado por impedimento da camisa 9.

Antes do intervalo, aos 42, Taina Maranhão quase ampliou em um belo chute de primeira após cruzamento, parando em uma boa defesa da goleira adversária. A Zâmbia, contudo, mostrava que estava viva, a camisa 11 disparou em velocidade, venceu a marcação e, após um desvio na zaga, quase aproveitou a sobra para empatar.

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Nos acréscimos, Barbra Banda chegou a marcar após girar sobre a zagueira Mariza, mas o VAR novamente entrou em ação, detectando um toque de braço da atacante antes da finalização.

Segundo tempo

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Na volta do intervalo, o Brasil precisou de apenas dois minutos para ampliar. Em jogada de linha de fundo, Gabi Portilho cruzou rasteiro e encontrou Taina, que apenas escorou para o fundo das redes e marcar o segundo. O terceiro quase veio no ataque seguinte, quando Gio soltou uma bomba de primeira, mas a bola carimbou o travessão.

Apesar do domínio brasileiro, a Zâmbia reagiu com o talento de sua principal estrela. Barbra Banda, que já havia assustado no primeiro tempo, recebeu um lançamento longo vindo da sua goleira, ganhou da marcação na força física e encobriu Lelê com extrema categoria para diminuir o prejuízo.

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A resposta da Seleção Brasileira, porém, foi imediata. Aos 14 minutos, após sofrer um pênalti, o Brasil marcou o quarto gol com Angelina. A volante deslocou a goleira e bateu no canto direito.

O Brasil marcou o quarto gol na partida com Raissa Bahia aos 31 minutos de cabeça. Em jogada iniciada na ponta direita por Ludmilla, a jogadora cruzou na área para a camisa 16 fazer o seu primeiro gol com a Seleção Brasileira na carreira.

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Logo depois do reinício da partida, Gio marcou novamente de forma irregular. A atacante do Atlético de Madrid ficou livre na área, recebeu cruzamento, mas estava a frente da linha de impedimento.

Aos 31 minutos da segunda etapa, foi a vez de Raissa Bahia retribuir a assistência de Ludmilla e servir a jogadora. Em um excelente cruzamento, a camisa 16 encontrou a sua companheira que tentou finalizar com a bola no ar, mas o chute passou por cima do gol.

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Dudinha marcou aos 39 minutos com gol de cabeça, mas o lance era irregular. A jogadora, que é uma das destaques da Seleção Brasileira anotou o seu na partida após um bom lançamento de Aline Gomes, porém, a árbitra revisou o lance e anulou o gol por falta no início da jogada.

Kerolin, maior artilheira da Seleção Brasileira no comando de Arthur Elias, também anotou o seu. A atacante aproveitou a falha da zaga zambiana e bateu pro gol já nos acréscimos da partida.

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Ainda deu tempo do Brasil marcar o sexto na partida. Vitória Calhau, de pênalti, anotou o seu primeiro gol com a Seleção Brasileira e fechar o placar do duelo contra a Zâmbia.

Próximo jogo

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Com duas vitórias em dois jogos, a Seleção Brasileira comandada pelo técnico Arthur Elias segue invicta no torneio amistoso e encerra a participação neste domingo (19/4) quando enfrenta Canadá, também na Arena Pantanal, em Cuiabá. Esse será o duelo mais difícil da Amarelinha na disputa.

Como país-sede da Copa do Mundo Feminina de 2027, o Brasil utiliza o FIFA Series não apenas para o intercâmbio entre equipes, mas como um passo crucial na preparação da Seleção Brasileira para o Mundial.

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Fonte: Portal Metrópoles

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Espanha lança programa para congelamento de óvulos das jogadoras

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Federação Espanhola de Futebol anunciou um programa de apoio ao tratamento de fertilização de jogadoras e árbitras. A entidade irá subsidiar os cuidados para as mulheres no esporte possam ter mais liberdade sobre quando querem ter filhos.

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O anúncio foi feito pela Federação em um evento que contou com a particpação das jogadoras da Seleção Olga Carmona e Patri Guijarro. A entidade firmou uma parceria com a clínica Tambre, que oferecerá tratamentos como fertilização in vitro e congelamento de óvulos.

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A meio-campista Guijarro declarou que a iniciativa é uma alternativa para tornar mais justo o equilíbrio entre a vida pessoal e profissional.

“No que diz respeito à possibilidade de ter uma carreira ao mesmo tempo em que se é mãe, medidas de equilíbrio entre vida profissional e pessoal estão sendo implementadas; sentimos que fomos ouvidas. É importante que as atletas sintam que não precisam escolher entre suas vidas profissionais e pessoais”,  afirmou Guijarro.

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A RFEF ainda deixou claro que o objetivo não é desencorajar as jogadoras a terem filhos enquanto atuam no futebol, mas disponibilizar outra opção para que não precisem deixar de lado a chance da maternidade. A entidade garantiu custear integralmente os tratamentos.

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Fonte: Portal Metrópoles

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Brasil melhora desempenho escolar no longo prazo, mas patamar é baixo

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A redução da distância entre o desempenho dos estudantes brasileiros e a média dos alunos de países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) no Pisa 2025 não significa, necessariamente, que o Brasil tenha avançado em aprendizagem. Especialistas ouvidos pela Agência Brasil apontam que a aproximação ocorreu principalmente porque o desempenho brasileiro permaneceu relativamente estável enquanto a média dos países da organização recuou, especialmente nos últimos anos.

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“O país tem mantido seus resultados relativamente estáveis, enquanto a média da OCDE recuou. Portanto, embora tenha evitado uma piora, o desafio brasileiro continua sendo promover ganhos consistentes de aprendizagem”, diz Felipe Proto, vice-presidente de Educação da Fundação Lemann

O Pisa é o Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa), coordenado pela OCDE, entidade que reúne 38 países, incluindo algumas das maiores economias do planeta, para produzir estudos, estatísticas e recomendações sobre políticas públicas e desenvolvimento econômico e social. Aplicado a cada três anos pela entidade, a prova avalia os conhecimentos de estudantes na faixa de 15 anos de idade em matemática, leitura e ciências.

“Podemos afirmar que o Brasil melhorou no longo prazo, sobretudo em ciências e leitura. No entanto, parte importante da aproximação ocorreu porque a média da OCDE caiu, especialmente em matemática”, avalia Rodrigo Fulgêncio, 1º vice-presidente da Associação Brasileira de Sistemas de Ensino e Plataformas Educacionais (Abraspe).

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Com os resultados de 2025, que se mantiveram similares em relação a 2022, o Brasil segue no grupo abaixo da média dos países da OCDE nas três disciplinas. Foram 408 pontos em leitura, 377 em matemática e 409 em ciências. Nessa mesma ordem, a média de 23 países da OCDE ficou em 466 (leitura), 469 (matemática) e 486 (ciências). Cada 20 pontos equivalem a um ano escolar. Em matemática, por exemplo, o Brasil está com cerca de 4,6 anos de atraso em relação aos membros da OCDE.

A distância, no entanto, já foi bem maior, quando se comparam os dados entre os anos de 2006 e 2025. A diferença de desempenho em relação à média dos países da OCDE diminuiu de 102 para 58 em leitura (redução de 44 pontos), de 131 para 92 em matemática (39 pontos) e de 113 para 77 em ciências (36 pontos).

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Ganhos em escala

Mestre em matemática e gerente da CASIO Educação, Jalman Lima afirma que é positivo que o Brasil não tenha acompanhado a intensidade de queda na educação observada em diversos países, mas essa estabilidade ainda ocorre em um patamar de desempenho educacional muito baixo, já que somente 28% dos estudantes atingiram pelo menos o nível 2 em matemática, que é o mínimo.

“O principal desafio continua sendo transformar essa estabilidade em crescimento real da aprendizagem matemática, ampliando a capacidade dos estudantes de interpretar situações, relacionar informações, escolher estratégias de resolução”, pondera.

“O ponto central é que o Brasil ainda não conseguiu produzir ganhos de aprendizagem em escala. Seguimos com uma parcela muito elevada de estudantes abaixo dos níveis mínimos de proficiência, especialmente em matemática e leitura, e com desigualdades importantes de desempenho. É preciso considerar também que esta é uma geração que teve sua trajetória escolar diretamente impactada pela pandemia, com efeitos sobre a aprendizagem que não desaparecem de um ano para outro”, argumenta Felipe Proto. Segundo ele, a recomposição das aprendizagens continua sendo fundamental para garantir que nenhum estudante fique para trás.

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Além de ampliar o domínio básico em disciplinas como matemática, o país ainda precisa criar mais oportunidades para desenvolver o raciocínio mais sofisticado.

“Muitos ainda têm dificuldade em interpretar uma situação, decidir com autonomia, qual o conhecimento matemático utilizar. Ao mesmo tempo, praticamente não temos estudantes nos níveis mais altos de proficiência. E isso é um grande problema. É um desafio nas duas extremidades”, observa Jalman Lima.

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Desigualdades educacionais

Rodrigo Fulgêncio, da Abraspe, também alerta para essa disparidade. Entre os principais gargalos, ele enfatiza, estão o elevado percentual de estudantes abaixo do nível básico, a presença muito pequena nos níveis mais altos de proficiência, a situação especialmente crítica em matemática e a forte desigualdade socioeconômica.  

“Em ciências, por exemplo, a diferença entre os 25% mais favorecidos e os 25% mais vulneráveis chega a 96 pontos. Quase cinco vezes o aprendizado médio associado a um ano escolar, que é de aproximadamente 20 pontos”, afirma.

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O Pisa 2025 envolveu 760 mil estudantes de 91 países. O Brasil participou da pesquisa com 30.140 estudantes. O perfil dos participantes brasileiros avaliados foi composto por 72,4% de estudantes oriundos de escolas da rede estadual, sendo a quase totalidade (96,9%) delas localizada em áreas urbanas. Cerca de 84,7% estavam matriculados na 1ª ou 2ª série do ensino médio na época das provas, aplicadas entre abril e maio de 2025. Nesta edição, o foco foi o letramento dos alunos em ciências, com o maior número de itens aplicados.

“Mais do que a posição relativa do país no ranking, o Pisa reforça a urgência de transformar a melhoria da aprendizagem em prioridade nacional, com foco em garantir que todos os estudantes desenvolvam as competências essenciais para a vida, o trabalho e a participação cidadã no século XXI”, reforça Felipe Proto, da Fundação Lemann .

Tecnologia em sala de aula

Na avaliação do Pisa em 2025, os estudantes também respondem a questionários contextuais, incluindo o uso de celulares em sala de aula. O resultado mostrou que 81% dos estudantes brasileiros avaliados frequentavam escolas com restrições ao uso desses dispositivos. Em 2022, eram 37%. A proporção brasileira supera amplamente a média da OCDE (49%). Segundo o MEC, o percentual medido está alinhado às evidências de que estudantes em escolas com esse tipo de regra apresentam menor probabilidade de relatar distrações digitais.

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A ocorrência, por exemplo, da chamada “leitura apressada”, que é quando o estudante lê rapidamente, mas de maneira imprecisa, quase dobrou entre 2018 e 2025. A OCDE também identificou fragilidades crescentes na capacidade de avaliar informações, relacionar diferentes fontes e pensar criticamente sobre o que se lê. Além disso, 28% dos estudantes disseram que os colegas se distraem com dispositivos digitais na maioria ou em todas as aulas de Ciências, e 46% já utilizam Inteligência Artificial (IA) semanalmente ou mais para estudar.

Segundo Rodrigo Fulgêncio, diante desse cenário, cabe refletir se os estudantes e suas formas de aprender mudaram mais rapidamente do que as práticas escolares conseguiram acompanhar. “O grande alerta do Pisa 2025 talvez seja exatamente esse: ampliar o acesso à informação e à tecnologia não garantiu maior aprendizagem. O desafio atual é ajudar os estudantes a sustentar a atenção, ler com profundidade, avaliar informações, construir raciocínios e utilizar a tecnologia para ampliar, e não substituir, o pensamento”.

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Fonte: Agência Brasil

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Champions: Barcelona goleia Feyenoord com gols de Raphinha e Gabriel Jesus

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O Barcelona venceu o Feyenoord por 5 x 1 nesta quarta-feira (9/9), no Camp Nou, em duelo da primeira rodada da Champions League. Os gols foram marcados por Raphinha (duas vezes), Adeyemi, Yamal e Gabriel Jesus; Steijn descontou para os holandeses.

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Os donos da casa abriram o placar aos três minutos, com belo gol de Raphinha. O atacante brasileiro recebeu de Yamal, driblou dois defensores e acertou um belo chute.

O segundo veio dos pés de Adeyemi, aos 22 minutos. Em boa jogada, o jogador se livrou da marcação e acertou um chute de fora da área. No segundo tempo, Raphinha marcou mais um, aos 12 minutos, e Yamal ampliou com o quarto gol aos 32.

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O Feyenoord diminuiu com Steijn na reta final, mas ainda deu tempo de Gabriel Jesus marcar seu primeiro gol pelo clube catalão. Em jogada pela direita, Yamal driblou o marcador e cruzou para a área. O camisa 9 apareceu para cabecear e fechar o placar da partida.

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Agora, o Barcelona encara o Galatasaray na próxima rodada da Champions League. O duelo será realizado no domingo 13/10 (horário de Brasília), na Turquia.

Fonte: Portal Metrópoles

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