
Brasil
Ferry-boat em Guaratuba terá fim após quase 70 anos de travessia
A construção da Ponte de Guaratuba, com inauguração prevista para o próximo mês de abril, vai encerrar o ciclo de 66 anos do sistema de ferry-boat (balsa) na baía, substituindo-o como a principal via de ligação entre o município e Matinhos. O governo do Paraná confirmou o fim das operações depois da inauguração da ponte, mas um estudo em andamento pode transformar os espaços usados para o atracamento das embarcações em um complexo turístico.
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“Estamos encerrando a última temporada de funcionamento do ferry-boat. Aguardamos o resultado do estudo que o estado vai contratar. Esperamos que, com o fim da poluição da baía, os golfinhos possam voltar, como era antigamente, e tenhamos um complexo marítimo que atraia mais turistas”, afirma o diretor da Secretaria do Turismo de Guaratuba, Marco Fedalto.
O governo do Paraná lançou um chamamento público no fim do ano passado para definir o futuro da área ocupada pelo canteiro de obras da Ponte de Guaratuba e pelas estruturas do ferry-boat na baía. O estudo de viabilidade deve indicar como será o Complexo Náutico de Guaratuba.
De acordo com o diretor de Operações do Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER-PR), Alexandre Castro, o complexo é a próxima fase da revitalização do litoral, após a entrega da ponte. “Estão em estudo algumas possibilidades, dentro dessa transição. Em breve iremos divulgar, mas pode haver um restaurante, um museu e serviço turístico“, explicou.
O governo vai analisar a viabilidade técnica, ambiental, econômica e jurídica das propostas. Depois dessa etapa, devem ocorrer audiência pública e a abertura de licitação para implantação do complexo.
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Imigrante português construiu o primeiro ferry-boat de Guaratuba
De acordo com um levantamento do DER-PR sobre a história da balsa para travessia na Baía de Guaratuba, o início da atividade marítima foi na década de 1960, como solução de transporte para o litoral do Paraná. Moradores enfrentavam dificuldades para acessar o balneário de Caiobá, em Matinhos, e a capital Curitiba, já que o deslocamento exigia uma longa volta por Garuva, município de Santa Catarina.
Segundo o DER-PR, a viagem era feita em uma estrada de terra, que ficava quase intransitável em dias de chuva. O asfalto chegou apenas em 1966. Outra alternativa exigia travessia em pequenas lanchas da Empresa Balneária ou deslocamento até Matinhos para embarque em ônibus.
A historiadora Rocio Bevervanso conta que a origem do projeto do ferry-boat tem ligação direta com a trajetória do imigrante português João Lopes Rodrigues, o “João Português”. O avô dele era carpinteiro naval e transmitiu o ofício ao neto ainda na juventude.

“Já no Brasil, João Português estudou engenharia naval no Lloyd Brasileiro, no Rio de Janeiro. No Paraná, realizou registro profissional no Conselho Regional de Engenharia. Foi quando soube que o DER buscava um projeto para uma embarcação capaz de realizar a travessia da baía”, recorda a historiadora.
Primeira balsa recebeu nome de quem criou a Estrada da Graciosa
O departamento contratou Rodrigues para elaborar o projeto e construir a embarcação. “O engenheiro recebeu salário de 12 mil cruzados, valor considerado elevado para a época. Rodrigues seguiu para Guaratuba e iniciou a construção do ferry-boat de madeira. A obra levou 13 meses até a conclusão e reuniu 14 trabalhadores”, relata Bevervanso.
De acordo com o DER, o primeiro ferry-boat de madeira media 27 metros de comprimento por 10 metros de largura e transportava até 12 veículos e cerca de 100 passageiros. O motor e demais materiais para a construção da embarcação foram providenciados pelo governo do estado.
“O barco recebeu o nome de ‘Airton Cornelsen’, em homenagem ao diretor do DER”, conta Bevervanso. Conhecido como “Lolô Cornelsen”, o arquiteto e engenheiro foi responsável pelos projetos da Estrada da Graciosa e da Rodovia do Café.
A embarcação possuía dois motores GM de 130 cavalos. Moisés Lupion, governador da época, e cerca de cem convidados participaram do passeio inaugural pela baía.
Primeiro comandante do ferry-boat operou a travessia por mais de 15 anos
João James de Oliveira Alves, conhecido como “Janjão”, assumiu o comando do ferry-boat quando o serviço retomou operação dois anos depois da inauguração. A embarcação precisou de obras de reparo e o serviço foi retomado no governo de Ney Braga.
“Devido à flexibilidade do barco houve problema de estanqueidade, a entrada de água. A Capitania decretou a retirada da travessia, e o barco foi ao estaleiro para manutenção. Retificaram o calafeto, que é a vedação de frestas. Uma chapa de cobre foi colocada da linha d’água para baixo, revestindo todo ele. Assim resolveu”, relembra Alves, aos 91 anos.
O ex-comandante descreve a estrutura da embarcação. “Tinha sanitário a bordo, beliche na casa de navegação para dormir e armário com fogareiro para alimentação, transportava dez automóveis e um caminhão leve, mas não entrava ônibus”, explica.
Natural de São Francisco do Sul, “Janjão” chegou ao litoral paranaense após convite de um amigo. “Perguntei para ele o que era ferry boat. Ele me explicou que era um barco que atravessa os carros na Baía de Guaratuba, de um lado para o outro. Na hora eu disse que queria trabalhar com isso”. “Janjão” desempenhou a função na travessia entre 1962 e 1978, período que o aposentado resume com precisão – “15 anos e quatro meses”.

Travessia era orientada por tambores com fogo em dias de neblina
No início da atividade, o ferry-boat operava com horário limitado e dependia de recursos simples de navegação. “Janjão” descreve a precariedade da época. “Guaratuba não tinha luz. Era a luz de bordo que iluminava para fazer a atracação. Nunca aconteceu acidente algum sob meu comando. Até com cerração eu atravessava, porque eu tinha conhecimento da maré”, orgulha-se ele.
Em dias de neblina, comuns na região, a equipe que trabalhava com “Janjão” criava meios para dar segurança ao trabalho. “Nós fazíamos fogo em tambores em um porto e no outro para enxergar bem onde ia atracar, e batíamos nele para também se guiar pelo som. Contávamos com holofote de bordo, o farol de busca”, lembra.
Durante os anos no comando da travessia, “Janjão” conduziu as embarcações Ayrton Cornelsen, Iguassu e Tibagi. Além do governador Ney Braga, o comandante lembra de ter feito a travessia com o ex-presidente paraguaio Alfredo Stroessner, que permaneceu exilado em Guaratuba por dois meses, após ser deposto em 1989.
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Balsa ajudou a resgatar moradores após parte de Guaratuba afundar no mar
O primeiro comandante do ferry-boat relata que um dos episódios mais marcantes da carreira foi em 22 de setembro de 1968, quando parte da área central da cidade desmoronou. Naquela noite, um funcionário da balsa o procurou pedir ajuda.
“Lembro que ele falava rápido: comandante ‘Janjão’, estão chamando o senhor. Guaratuba está caindo. É preciso prestar socorro. É urgente”. O comandante organizou a saída imediata da embarcação.
“Peguei a documentação que tinha, a máquina de tricô da minha esposa, que era de valor, e avisei os vizinhos que estavam aqui, uma meia dúzia. Não tinha estrada e nem luz em Caieiras. Era pela trilha do morro, pelo mato, para chegar no ferry. Foram todos comigo, embarcados no Tibagi”, conta o aposentado.
A embarcação transportou equipes de socorro durante toda a madrugada. “Iniciamos a travessia trazendo socorristas, médicos, policiais, que vieram de Paranaguá para prestar socorro. Fizemos o trabalho até as 3h da manhã, quando a maré iniciou a vazante. Então vieram armações de casa, assoalhos, móveis, tudo. Não tinha mais condições de atravessar”, explica “Janjão”.
Ferry-boat vai encerrar travessias com fluxo superior a 1 milhão de veículos por ano
De acordo com a historiadora Rocio Bevervanso, o crescimento no movimento de veículos levou à ampliação da frota ao longo dos anos. “Em 1966, o barco inicial deu lugar ao ferry-boat Iguassu, com capacidade para 20 veículos. Em seguida entrou em operação a embarcação Tibagi, construída em estaleiros de Itajaí, em Santa Catarina”, explica Bevervanso.
Com o aumento de demanda por travessia, as embarcações ganhavam mais capacidade. “Posteriormente entrou em operação o ferry-boat Ivaí, com capacidade para 24 veículos”, relata Bevervanso.
Em 1981 foi a vez do início do ferry-boat Guaraguaçu, com capacidade para 48 veículos e até 300 passageiros. “Depois disso, a frota recebeu as embarcações Nhundiaquara e Piquiri“, relembra a historiadora.
Segundo o DER-PR, em 1996 o transporte aquaviário foi concedido à empresa F. Andreis. O contrato previa uma linha com três ferry-boats e três balsas com rebocadores. Em 23 de março de 2009, a concessão foi renovada com a mesma empresa. Já em março de 2021, a operação passou para a empresa BR Travessias, que abandonou o contrato.
Em 2022, o governo firmou contrato emergencial com a empresa Internacional Marítima. No ano seguinte, a empresa venceu a licitação para operar o ferry-boat por 25 meses.
A licitação teve valor aproximado de R$ 131,7 milhões. O ferry-boat de Guaratuba vai encerrar as atividades registrando o o volume anual médio de 1.359.990 veículos, incluindo pagantes e usuários isentos.
Brasil
Interpol entra nas buscas por irmãos desaparecidos no Maranhão há oito meses
A Polícia Federal acionou o apoio da Interpol para tentar localizar os irmãos Ágatha Isabelly e Allan Michael, desaparecidos há oito meses no Maranhão. A investigação, que se concentra na zona rural de Bacabal, ganha agora ferramentas de monitoramento global e cooperação internacional em 197 países para verificar pistas sobre o paradeiro das crianças, sumidas desde janeiro de 2026.
Como a Interpol vai participar das buscas pelas crianças?
O Núcleo de Cooperação Internacional da Polícia Federal disponibilizou ferramentas que permitem o cruzamento de dados em escala global. Na prática, isso significa que o caso passa a contar com o Yellow Notice, um alerta internacional usado especificamente para localizar pessoas desaparecidas, com foco em menores de idade. Esse recurso é fundamental caso surjam indícios de que os irmãos tenham saído do território brasileiro, facilitando o compartilhamento imediato de informações com autoridades de 197 países e auxiliando em um eventual processo de repatriação das vítimas.
Quais são as principais hipóteses para o desaparecimento dos irmãos?
Desde o sumiço em 4 de janeiro, diversas linhas de investigação foram traçadas pelas forças de segurança do Maranhão. Inicialmente, as buscas por terra, água e ar focaram na possibilidade de os irmãos terem se perdido na mata densa da região quilombola de São Sebastião dos Pretos. Entretanto, a defesa da família também levantou a suspeita de tráfico humano, embora essa hipótese ainda não tenha sido confirmada oficialmente. Como o processo corre sob segredo de Justiça, detalhes específicos sobre novas pistas ou provas não são divulgados para preservar o andamento das investigações.
Como ocorreu o desaparecimento de Ágatha e Allan em Bacabal?
As crianças, de 6 e 4 anos, desapareceram enquanto brincavam na comunidade quilombola onde viviam, a cerca de 250 quilômetros de São Luís. Na ocasião, eles estavam acompanhados de um primo de 8 anos, que também sumiu, mas foi encontrado três dias depois em uma área de mata. O menino estava debilitado e desorientado, não conseguindo fornecer informações claras sobre o que aconteceu com os primos. Desde então, mobilizações massivas envolvendo drones, cães farejadores e centenas de voluntários foram realizadas na região, mas o paradeiro dos irmãos permanece um mistério absoluto.
Conteúdo produzido a partir de informações apuradas pela equipe de repórteres da Gazeta do Povo. Para acessar a informação na íntegra e se aprofundar sobre o tema leia a reportagem abaixo.
Brasil
Santa Catarina supera SP e se torna o estado mais competitivo
O estado de São Paulo deixou a liderança do Ranking de Competitividade dos Estados pela primeira vez após 14 edições da lista, elaborada pelo Centro de Liderança Pública (CLP) com desenvolvimento técnico da Tendências Consultoria.
Santa Catarina, que ocupava a segunda posição na edição anterior, passou ao primeiro lugar, enquanto São Paulo caiu para a segunda colocação. O Paraná manteve a terceira posição, ocupada desde 2022, e o Rio Grande do Sul avançou do quinto para o quarto lugar, sua melhor colocação até agora.
O Ranking de Competitividade dos Estados reúne indicadores distribuídos em dez pilares: infraestrutura, sustentabilidade social, segurança pública, educação, solidez fiscal, eficiência da máquina pública, capital humano, sustentabilidade ambiental, potencial de mercado e inovação.
O objetivo é comparar fatores relacionados à capacidade dos estados de atrair investimentos, oferecer serviços públicos e criar condições para o desenvolvimento econômico e social.
O levantamento dá mais peso para os pilares de segurança pública, sustentabilidade social, infraestrutura e educação, seguido por solidez fiscal e eficiência da máquina pública.
A classificação mede o desempenho relativo dos estados no conjunto de indicadores, o que significa que uma mudança de posição não implica necessariamente piora absoluta de quem caiu ou melhora em todos os indicadores de quem subiu. Um estado pode avançar mais rapidamente que outro e ultrapassá-lo mesmo que ambos tenham apresentado melhora em seus dados brutos.
Nas notas finais, a distância entre os dois estados mais competitivos já vinha diminuindo nos últimos anos. Em 2023, São Paulo tinha vantagem de 5,6 pontos sobre Santa Catarina nas notas normalizadas do ranking. A diferença caiu para 2,7 pontos em 2024 e para apenas 1 ponto em 2025. Na edição de 2026, Santa Catarina passou a ter vantagem de 6,4 pontos sobre o estado paulista.
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Ranking de Competitividade dos Estados 2026
| Posição | UF | Nota final |
| 1 | Santa Catarina | 87,06 |
| 2 | São Paulo | 80,68 |
| 3 | Paraná | 76,30 |
| 4 | Rio Grande do Sul | 68,00 |
| 5 | Espírito Santo | 67,24 |
| 6 | Distrito Federal | 62,43 |
| 7 | Minas Gerais | 60,23 |
| 8 | Goiás | 59,46 |
| 9 | Mato Grosso | 59,08 |
| 10 | Mato Grosso do Sul | 55,15 |
| 11 | Ceará | 54,04 |
| 12 | Paraíba | 53,92 |
| 13 | Rio de Janeiro | 50,01 |
| 14 | Amazonas | 48,99 |
| 15 | Rio Grande do Norte | 46,94 |
| 16 | Sergipe | 44,96 |
| 17 | Pernambuco | 43,57 |
| 18 | Alagoas | 42,99 |
| 19 | Piauí | 39,36 |
| 20 | Rondônia | 36,33 |
| 21 | Bahia | 36,11 |
| 22 | Roraima | 35,69 |
| 23 | Maranhão | 34,02 |
| 24 | Tocantins | 33,33 |
| 25 | Pará | 32,81 |
| 26 | Acre | 24,73 |
| 27 | Amapá | 24,50 |
Fonte: CLP
Como Santa Catarina alcançou a liderança no ranking
A ascensão catarinense foi impulsionada principalmente por avanços em áreas nas quais o estado melhorou sua posição relativa dentro do ranking.
Em educação, Santa Catarina ganhou sete posições. Um dos principais fatores foi o avanço de 23 colocações no indicador de avaliação educacional.
O estado também subiu sete posições no pilar de eficiência da máquina pública, acompanhado por ganhos de 17 posições no indicador de equilíbrio de gênero no emprego público estadual e de 12 posições no equilíbrio de gênero na remuneração pública estadual.
Outro avanço relevante ocorreu em solidez fiscal, pilar em que Santa Catarina ganhou três posições. O resultado foi acompanhado por uma melhora de dez colocações no indicador de sucesso do planejamento orçamentário, além de ganhos em regra de ouro e solvência fiscal.
Santa Catarina também avançou três posições em sustentabilidade ambiental, com melhora em indicadores relacionados à transparência das ações de combate ao desmatamento, serviços urbanos e tratamento de esgoto. Em potencial de mercado, o estado subiu duas posições.
O resultado final revela uma vantagem construída pela consistência em diferentes áreas. Na comparação entre os dez pilares, Santa Catarina ficou em primeiro lugar em sustentabilidade social, segurança pública e potencial de mercado; foi terceira colocada em eficiência da máquina pública e quarta em solidez fiscal.
O estado lidera em sustentabilidade social, segurança pública e potencial de mercado. Sua pior colocação entre os pilares foi infraestrutura, em quinto lugar.
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São Paulo continua líder em áreas estratégicas
A perda da primeira posição geral não significa, porém, que São Paulo tenha deixado de apresentar resultados superiores em áreas importantes.
O estado paulista continua na primeira colocação nos pilares de infraestrutura, educação e sustentabilidade ambiental, ou seja, em três dos dez grandes grupos de indicadores utilizados pelo levantamento.
A queda para o segundo lugar foi influenciada principalmente por perdas relativas em cinco pilares. A maior delas ocorreu em eficiência da máquina pública, área em que São Paulo caiu nove posições. O estado também perdeu posições em capital humano, segurança pública, solidez fiscal e inovação.
Entre os fatores apontados pelo relatório estão quedas relativas nos indicadores de equilíbrio de gênero na remuneração pública estadual, qualidade da informação contábil e fiscal e produtividade dos magistrados e servidores do Judiciário. Em solidez fiscal, houve recuos nos indicadores de taxa de investimentos e sucesso do planejamento orçamentário.
O próprio estudo alerta, no entanto, que a mudança de liderança deve ser interpretada com cuidado. O ranking é construído a partir da posição relativa dos estados e da agregação ponderada de diversos indicadores. Assim, não é possível concluir, apenas pela perda da primeira colocação, que São Paulo tenha se tornado menos competitivo em termos absolutos.
Região Sul consolida domínio no topo
A nova edição também reforça a concentração dos estados do Sul e do Sudeste nas primeiras posições do ranking. Além da liderança de Santa Catarina, o Paraná permaneceu em terceiro lugar e o Rio Grande do Sul alcançou a quarta colocação, depois de passar três anos consecutivos em quinto.
No Nordeste, o Ceará assumiu a liderança regional e subiu três posições no ranking geral, chegando ao 11º lugar e ultrapassando a Paraíba. Na região Norte, o Amazonas também avançou três posições, chegando à 14ª colocação e se tornando o estado mais bem posicionado da região.
Na outra ponta, Pará, Acre e Amapá permaneceram nas três últimas posições do ranking.
Brasil
veja fotos das manifestações de 7 de setembro
Além dos tradicionais gritos de “Fora Lula” e “Fora Moraes”, as manifestações de 7 de setembro marcadas para esta segunda-feira (7) em diversas cidades do Brasil também apresentam faixas, bandeiras e palavras de ordem em apoio ao ministro André Mendonça. O magistrado foi o responsável pela retirada, na última terça-feira (1º), do sigilo de mensagens trocadas entre Alexandre de Moraes e o fundador do Banco Master, Daniel Vorcaro.
Na manhã desta segunda-feira (7), foram registradas manifestações em Brasília, organizadas pelo ex-desembargador Sebastião Coelho e pelo Partido Liberal (PL) Manifestantes também se reuniram em Belo Horizonte (MG), Goiânia (GO), Salvador (BA) e Maceió (AL).
Em São Paulo, a concentração está prevista para 15h na Avenida Paulista, com a presença do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência da República, e de outros lideranças da direita brasileira.
Durante o dia também são esperadas mobilizações em cidades como Rio de Janeiro (RJ), Goiânia (GO), Curitiba (PR), Florianópolis (SC), Joinville (SC), Porto Alegre (RS), Recife (PE), Vila Velha (ES), Natal (RN), Fortaleza (CE), Aracaju (SE) e João Pessoa (PB).
Veja a seguir fotos de manifestações desta segunda-feira (7).
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