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Durante sessão da CPI do Crime Organizado no Senado em 18 de março de 2026, o se…

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Durante sessão da CPI do Crime Organizado no Senado em 18 de março de 2026, o senador Magno Malta questionou as circunstâncias da morte de Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, conhecido como “Sicário”, apontado pela Polícia Federal como operador ligado ao empresário Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master. Preso na Operação Compliance Zero, Mourão teria tentado suicídio na cela da PF em Minas Gerais em 4 de março, sendo socorrido e levado ao Hospital João XXIII, em Belo Horizonte, onde teve morte encefálica confirmada em 6 de março. O corpo foi liberado à família, passou pelo IML e foi sepultado na capital mineira, segundo veículos como G1, Folha e Itatiaia, embora o caso tenha gerado suspeitas de possível “queima de arquivo”.

As declarações de Malta repercutiram nas redes e na imprensa, com questionamentos sobre o paradeiro do corpo, velório, familiares e movimentações financeiras após a morte. A CPI aprovou quebras de sigilos bancário, fiscal e telefônico de Mourão e outros envolvidos, e segue analisando documentos enviados pela Polícia Federal. As autoridades, por sua vez, afirmam que há filmagens sem falhas do episódio e confirmam a morte por diferentes meios, negando teorias de que o investigado esteja vivo, em meio a um cenário de tensão sobre transparência e possíveis irregularidades em casos de grande impacto.

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Vídeo: Senado

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SIlas Aguiar/a>

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