Sergipe
Delegado Alessandro: desafios no Senado, Caiado e troca de partidos
“Eu acredito que não. Primeiro porque o brasileiro vota em pessoas, não vota em partidos, com raras exceções. E segundo porque essa trajetória é muito típica de quem, como eu, não entrou com uma história política, não tem parente político, não tem padrinho. Eu entrei na política em 2018 porque eu não enxergava na política ninguém que pudesse fazer o que eu achava necessário, que é enfrentar os poderosos, colocar o dinheiro com honestidade no seu lugar de destino.”