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Coma-se a carne de crianças pobres enquanto tenra. Silêncio, comunas!

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A CCJ da Câmara aprovou por 44 a 18 a maioridade penal aos 16 anos. Embora tenha tido a coragem de lutar contra essa esquerdalha que gosta de bandido, a gente vê que os deputados ainda se acovardam. É preciso fazer o que os progressistas não fazem: ir à raiz do problema; cortar na carne literalmente. Observem atentamente a imagem acima. Talvez lhes escape o essencial. Ao fim, tudo se revela.

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Muito antes que existisse um deputado Coronel Assis (PL-MT), relator da proposta, ou um destemido Flávio Bolsonaro, que quer a maioridade aos 14, houve o reverendo irlandês Jonathan Swift (1667–1745). Escreveu “As Viagens de Gulliver” — e, se lida adequadamente essa obra, talvez haja ali certo desvio comunista de conduta antes mesmo que houvesse comunismo (isso é muito comum; Sócrates mesmo era comuna e pederasta,..) —, é verdade, mas também é autor de um texto seminal para dar uma resposta à fome, à pobreza e à violência.

Trata-se de “Uma Proposta Modesta”, que recomendo ao Coronel e aos outros 43 que votaram com ele na CCJ. Swift, sim, teve a coragem de dizer o que fazer com os filhos dos pobres — e vocês sabem como estes têm, como direi?, certo prazer em se reproduzir… Swift foi ao ponto: por que não comer as crianças?

Atentem para os argumentos, senhores da CCJ da Câmara:

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“Assim, ofereço humildemente à consideração do público o seguinte: que, das cento e vinte mil crianças, já computadas, vinte mil possam ser apartadas para a reprodução, das quais apenas uma quarta parte serão machos, o que é mais do que costumamos fazer com as ovelhas, as vacas ou os porcos. E a razão que apresento é que essas crianças quase nunca são frutos do casamento, uma circunstância muito pouco considerada pela plebe, portanto um macho será suficiente para cobrir quatro fêmeas. Que as cem mil remanescentes possam ser, com um ano de idade, oferecidas para a venda a pessoas de qualidade e posses em todo o reino, sempre advertindo as mães para que as amamentem bem no último mês, de modo que fiquem bem cheinhas e fornidas para uma boa mesa. Uma criança dará dois pratos numa recepção de amigos, e quando a família jantar sozinha os quartos anteriores ou posteriores fornecerão um prato razoável; e, com uma pitada de pimenta e de sal, aguentará bem até o quarto dia, especialmente no inverno.”

Observem como ele se ocupa de preservar a necessária reprodução da mão de obra, mas sem causar desequilíbrio social. Depois da conversa com um amigo, ele considerou que até haveria uma alternativa também aceitável (e até mais próxima do que fez a CCJ):

“Uma pessoa de muito valor, um verdadeiro amante deste país, cujas virtudes estimo em alta conta, teve recentemente, ao discutir comigo tal matéria, a bondade de propor um refinamento ao meu projeto. Ele disse que, já havendo diversos cavalheiros deste reino dizimado seus cervos, a carne de veado poderia ser substituída facilmente pelos corpos de jovens rapazes e moças, sem exceder a idade de quatorze anos, nem abaixo de doze, havendo agora tão grande número de ambos os sexos em cada região em vias de morrer de fome por falta de trabalho ou de serviço. E esses, se vivos, poderiam ser fornecidos pelos seus próprios pais ou, de outro modo, por seus parentes mais próximos. Mas, com o devido respeito a tão excelente amigo e tão respeitável patriota, não posso compartilhar totalmente de suas opiniões, pois, quanto aos machos, meu informante americano me assegurou, com base em experiência, que a carne deles era geralmente dura e seca, como a de nossos meninos de escola, devido ao contínuo exercício, além de ter gosto desagradável, e engordá-los não compensaria os gastos. Então, quanto às fêmeas, seria – suponho humildemente – uma perda para os consumidores, porque logo estariam em condições de parir elas mesmas; e, além disso, não é improvável que algumas pessoas escrupulosas se sentissem prontas a censurar tal prática (embora, certamente, com alguma injustiça), acusando-a de bordejar com a crueldade, o que, confesso, tem sido sempre para mim a maior objeção contra qualquer projeto, por mais bem-intencionado que seja.”

Swift pensou também nas vantagens, digamos, macroeconômicos decorrentes do consumo da carne dos filhos dos pobres. Como sabem, sempre existe um economista “liberal” e “técnico”, que prefere não fazer “juízos meramente morais” ao defender medidas acertadas, como corte nas verbas de saúde e educação e congelamento de salário mínimo e aposentarias. Trata-se de uma gente que tem a coragem de não ser covarde quando se trata de pôr fim à mamata em que vive a pobreza no Brasil. Saudemos o destemor de quem não se intimida diante da maioria! Mas voltemos a Swift. Leiam as virtudes derivadas do consumo da carne dos filhos dos pobres:

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“Muitas outras vantagens poderiam ser enumeradas. Por exemplo, o acréscimo de alguns milhares de peças em nossa exportação de carne bovina em barris, um aumento na oferta de carne suína e a melhoria na arte de produzir bacon de qualidade, em grande falta entre nós devido à matança excessiva dos porcos, tão constantes em nossas mesas; porcos que de modo algum se comparam em gosto ou magnificência a uma criança bem criada e bem gorda, a qual, assada no ponto, há de fazer grande figura na festa do senhor prefeito ou em qualquer comemoração pública. Mas isso e outras coisas omitirei por amor à brevidade.

Na suposição de que mil famílias nesta cidade sejam consumidoras usuais de carne infantil, além de outras que a teriam em suas alegres comemorações, particularmente nos casamentos e batizados, calculo que Dublin daria fim, anualmente, a umas boas vinte mil carcaças, e o resto do reino (onde provavelmente seriam vendidas mais barato) às restantes oito mil.”

Ele está certo. Um país pode suportar muitas agruras, mas a baixa qualidade do bacon, enquanto os filhos da pobrada se multiplicam, bem, isso não parece aceitável.

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É há um trecho que é um tapa na cara desses esquerdinhas identitários, que parecem gostar não só do pobre, mas também da pobreza. Já foram, por acaso, perguntar a eles se estão felizes com sua própria vida? Esta é a diferença mais evidente entre a direita e a esquerda aqui e mundo afora: a primeira é prática, objetiva, resolve problemas; a segunda vem sempre com considerações de segunda ordem e usa a tal da igualdade para postergar soluções. Olhem como Swift cuida da questão:

“Finalmente, não me acho tão cioso de minha própria opinião que chegue a rejeitar qualquer outra, sugerida por homens sábios, que porventura venha se provar tão inocente, barata, exeqüível e eficaz. Mas, antes que qualquer coisa do gênero seja invocada em contradição ao meu plano, ou apareça uma oferta melhor, quero que o autor ou os autores façam a gentileza de considerar, com maturidade, dois pontos. Primeiro, no presente estado de coisas, como poderão achar alimento e vestuário para cem mil bocas e dorsos inúteis? E, segundo, havendo um milhão redondo de criaturas humanas em todo o reino cuja subsistência, somada, lhes deixaria um débito de dois milhões de libras esterlinas, acrescentando-se esses que são mendigos de profissão, mais o volume de roceiros, agregados e braçais, com suas esposas e filhos, que são mendigos de fato, desejo que esses políticos que torcerem o nariz para minha sugestão e que, talvez, tiverem a audácia de me replicar perguntem aos pais dessas criaturas se eles não estariam mais contentes de terem sido vendidos como alimento no primeiro ano de vida, nos moldes que prescrevi, e assim de terem sido poupados da cena perpétua de infortúnios pelos quais têm passado, pela opressão dos proprietários, pela impossibilidade de pagar o aluguel na falta de dinheiro e ocupação, pela carência de subsídios básicos, tais como casa e vestuário para se protegerem das inclemências do clima, e a inevitável perspectiva de transmiti-los – ou outras misérias maiores – aos seus rebentos para todo o sempre.”

Um convite a Coronel Assis, aos demais membros da CCJ da Câmara e aos senhores parlamentares de partidos que votaram unanimemente na comissão em favor da maioridade penal aos 16 (PL, União, Republicanos, MDB, PP, Podemos, Solidariedade, PRD e PSD — com uma dissidência): não se deixem intimidar pela patrulha politicamente correta e pelas esquerdas. Chegou a hora de aprovar uma lei para que se possa comer a carne dos filhos dos pobres. Afinal, em 2024, foram assassinados 2.356 jovens e crianças abaixo de 17 anos. E esses são apenas os números oficiais. A carne apodreceu em bocas rasas, em matagais, nas tais comunidades. Desperdício evidente.

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De resto, é preciso que se cobre também coerência desses senhores. Como a maioria de vocês é contra o aborto até no caso de meninas estupradas, por que esperar que seus filhos façam 16 anos para que possam ser trancafiados? Que tenham uma destinação mais útil e mais adequada à ordem econômica enquanto a carne é tenra. Não permitam que os comunistas se metam nesse debate.

A tradução literal do título desta obra seria “Uma Banca de Carne com a Sagrada Família Dando Esmolas”, de Pieter Aertsen (1551). Mas o que a “Sagrada Família” tem com isso? Ao fundo, observem bem, quase não se vê, há a Sagrada Família fugindo para o Egito. E por que mesmo ela fugiu? Porque Herodes havia ordenado que se matasse Jesus, o menino. Convenham: haveria ilustração melhor para este texto?

Fonte: Portal Metrópoles

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Brasil melhora desempenho escolar no longo prazo, mas patamar é baixo

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A redução da distância entre o desempenho dos estudantes brasileiros e a média dos alunos de países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) no Pisa 2025 não significa, necessariamente, que o Brasil tenha avançado em aprendizagem. Especialistas ouvidos pela Agência Brasil apontam que a aproximação ocorreu principalmente porque o desempenho brasileiro permaneceu relativamente estável enquanto a média dos países da organização recuou, especialmente nos últimos anos.

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“O país tem mantido seus resultados relativamente estáveis, enquanto a média da OCDE recuou. Portanto, embora tenha evitado uma piora, o desafio brasileiro continua sendo promover ganhos consistentes de aprendizagem”, diz Felipe Proto, vice-presidente de Educação da Fundação Lemann

O Pisa é o Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa), coordenado pela OCDE, entidade que reúne 38 países, incluindo algumas das maiores economias do planeta, para produzir estudos, estatísticas e recomendações sobre políticas públicas e desenvolvimento econômico e social. Aplicado a cada três anos pela entidade, a prova avalia os conhecimentos de estudantes na faixa de 15 anos de idade em matemática, leitura e ciências.

“Podemos afirmar que o Brasil melhorou no longo prazo, sobretudo em ciências e leitura. No entanto, parte importante da aproximação ocorreu porque a média da OCDE caiu, especialmente em matemática”, avalia Rodrigo Fulgêncio, 1º vice-presidente da Associação Brasileira de Sistemas de Ensino e Plataformas Educacionais (Abraspe).

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Com os resultados de 2025, que se mantiveram similares em relação a 2022, o Brasil segue no grupo abaixo da média dos países da OCDE nas três disciplinas. Foram 408 pontos em leitura, 377 em matemática e 409 em ciências. Nessa mesma ordem, a média de 23 países da OCDE ficou em 466 (leitura), 469 (matemática) e 486 (ciências). Cada 20 pontos equivalem a um ano escolar. Em matemática, por exemplo, o Brasil está com cerca de 4,6 anos de atraso em relação aos membros da OCDE.

A distância, no entanto, já foi bem maior, quando se comparam os dados entre os anos de 2006 e 2025. A diferença de desempenho em relação à média dos países da OCDE diminuiu de 102 para 58 em leitura (redução de 44 pontos), de 131 para 92 em matemática (39 pontos) e de 113 para 77 em ciências (36 pontos).

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Ganhos em escala

Mestre em matemática e gerente da CASIO Educação, Jalman Lima afirma que é positivo que o Brasil não tenha acompanhado a intensidade de queda na educação observada em diversos países, mas essa estabilidade ainda ocorre em um patamar de desempenho educacional muito baixo, já que somente 28% dos estudantes atingiram pelo menos o nível 2 em matemática, que é o mínimo.

“O principal desafio continua sendo transformar essa estabilidade em crescimento real da aprendizagem matemática, ampliando a capacidade dos estudantes de interpretar situações, relacionar informações, escolher estratégias de resolução”, pondera.

“O ponto central é que o Brasil ainda não conseguiu produzir ganhos de aprendizagem em escala. Seguimos com uma parcela muito elevada de estudantes abaixo dos níveis mínimos de proficiência, especialmente em matemática e leitura, e com desigualdades importantes de desempenho. É preciso considerar também que esta é uma geração que teve sua trajetória escolar diretamente impactada pela pandemia, com efeitos sobre a aprendizagem que não desaparecem de um ano para outro”, argumenta Felipe Proto. Segundo ele, a recomposição das aprendizagens continua sendo fundamental para garantir que nenhum estudante fique para trás.

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Além de ampliar o domínio básico em disciplinas como matemática, o país ainda precisa criar mais oportunidades para desenvolver o raciocínio mais sofisticado.

“Muitos ainda têm dificuldade em interpretar uma situação, decidir com autonomia, qual o conhecimento matemático utilizar. Ao mesmo tempo, praticamente não temos estudantes nos níveis mais altos de proficiência. E isso é um grande problema. É um desafio nas duas extremidades”, observa Jalman Lima.

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Desigualdades educacionais

Rodrigo Fulgêncio, da Abraspe, também alerta para essa disparidade. Entre os principais gargalos, ele enfatiza, estão o elevado percentual de estudantes abaixo do nível básico, a presença muito pequena nos níveis mais altos de proficiência, a situação especialmente crítica em matemática e a forte desigualdade socioeconômica.  

“Em ciências, por exemplo, a diferença entre os 25% mais favorecidos e os 25% mais vulneráveis chega a 96 pontos. Quase cinco vezes o aprendizado médio associado a um ano escolar, que é de aproximadamente 20 pontos”, afirma.

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O Pisa 2025 envolveu 760 mil estudantes de 91 países. O Brasil participou da pesquisa com 30.140 estudantes. O perfil dos participantes brasileiros avaliados foi composto por 72,4% de estudantes oriundos de escolas da rede estadual, sendo a quase totalidade (96,9%) delas localizada em áreas urbanas. Cerca de 84,7% estavam matriculados na 1ª ou 2ª série do ensino médio na época das provas, aplicadas entre abril e maio de 2025. Nesta edição, o foco foi o letramento dos alunos em ciências, com o maior número de itens aplicados.

“Mais do que a posição relativa do país no ranking, o Pisa reforça a urgência de transformar a melhoria da aprendizagem em prioridade nacional, com foco em garantir que todos os estudantes desenvolvam as competências essenciais para a vida, o trabalho e a participação cidadã no século XXI”, reforça Felipe Proto, da Fundação Lemann .

Tecnologia em sala de aula

Na avaliação do Pisa em 2025, os estudantes também respondem a questionários contextuais, incluindo o uso de celulares em sala de aula. O resultado mostrou que 81% dos estudantes brasileiros avaliados frequentavam escolas com restrições ao uso desses dispositivos. Em 2022, eram 37%. A proporção brasileira supera amplamente a média da OCDE (49%). Segundo o MEC, o percentual medido está alinhado às evidências de que estudantes em escolas com esse tipo de regra apresentam menor probabilidade de relatar distrações digitais.

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A ocorrência, por exemplo, da chamada “leitura apressada”, que é quando o estudante lê rapidamente, mas de maneira imprecisa, quase dobrou entre 2018 e 2025. A OCDE também identificou fragilidades crescentes na capacidade de avaliar informações, relacionar diferentes fontes e pensar criticamente sobre o que se lê. Além disso, 28% dos estudantes disseram que os colegas se distraem com dispositivos digitais na maioria ou em todas as aulas de Ciências, e 46% já utilizam Inteligência Artificial (IA) semanalmente ou mais para estudar.

Segundo Rodrigo Fulgêncio, diante desse cenário, cabe refletir se os estudantes e suas formas de aprender mudaram mais rapidamente do que as práticas escolares conseguiram acompanhar. “O grande alerta do Pisa 2025 talvez seja exatamente esse: ampliar o acesso à informação e à tecnologia não garantiu maior aprendizagem. O desafio atual é ajudar os estudantes a sustentar a atenção, ler com profundidade, avaliar informações, construir raciocínios e utilizar a tecnologia para ampliar, e não substituir, o pensamento”.

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Fonte: Agência Brasil

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Champions: Barcelona goleia Feyenoord com gols de Raphinha e Gabriel Jesus

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O Barcelona venceu o Feyenoord por 5 x 1 nesta quarta-feira (9/9), no Camp Nou, em duelo da primeira rodada da Champions League. Os gols foram marcados por Raphinha (duas vezes), Adeyemi, Yamal e Gabriel Jesus; Steijn descontou para os holandeses.

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Os donos da casa abriram o placar aos três minutos, com belo gol de Raphinha. O atacante brasileiro recebeu de Yamal, driblou dois defensores e acertou um belo chute.

O segundo veio dos pés de Adeyemi, aos 22 minutos. Em boa jogada, o jogador se livrou da marcação e acertou um chute de fora da área. No segundo tempo, Raphinha marcou mais um, aos 12 minutos, e Yamal ampliou com o quarto gol aos 32.

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do Metrópoles

O Feyenoord diminuiu com Steijn na reta final, mas ainda deu tempo de Gabriel Jesus marcar seu primeiro gol pelo clube catalão. Em jogada pela direita, Yamal driblou o marcador e cruzou para a área. O camisa 9 apareceu para cabecear e fechar o placar da partida.

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Agora, o Barcelona encara o Galatasaray na próxima rodada da Champions League. O duelo será realizado no domingo 13/10 (horário de Brasília), na Turquia.

Fonte: Portal Metrópoles

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Nacional estreia documentário que lembra histórico programa PRK-30

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O documentário PRK-30 – O Rádio pelo Avesso estreia nos cinemas nesta quinta-feira (10), na mesma semana em que a Rádio Nacional completa 90 anos. O PRK-30 fez parte da história da emissora pública que hoje pertence à Empresa Brasil de Comunicação (EBC), sendo um dos programas humorísticos mais emblemáticos da Era de Ouro do rádio brasileiro.

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A sessão oficial de lançamento será nesta quinta-feira (10), às 20h, na Estação Claro Rio, em Botafogo, no Rio de Janeiro. A exibição será seguida por debate e roda de conversa. Uma sessão antecipada foi realizada nessa terça-feira (8), às 18h30, na Sala Glauber Rocha da sede da Fundação Museu da Imagem e do Som (FMIS), na Praça XV.

O diretor-geral da EBC, Thiago Regotto, celebra a estreia do documentário nos cinemas em meio às comemorações pelos 90 anos da Rádio Nacional. Ele conta bastidores da participação da EBC no projeto, desde os primeiros contatos com a equipe do filme até uma gravação realizada no Museu da Rádio Nacional, no Rio de Janeiro.

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“Quando o Eduardo Albergaria nos procurou para falar sobre a ideia do filme PRK-30, eu disse que deveríamos fazer parte desse projeto, que conta um importante capítulo da história da Rádio Nacional. Começamos a pensar em como seria essa participação, no apoio necessário e no nosso desejo de também estar presentes no filme.

Segundo Regotto, um dos momentos marcantes foi a gravação no Museu da Rádio Nacional, transmitida inclusive ao vivo pela emissora e que acabou se tornando uma cena do documentário. “Ou seja, essa convergência não aconteceu por acaso e estamos muito felizes em celebrar o aniversário da Nacional com mais esse presente”.

Sobre o PRK-30

PRK-30 foi um dos mais bem-sucedidos programas humorísticos da história do rádio brasileiro. A atração humorística, criada por Lauro Borges e Castro Barbosa, foi exibida inicialmente pela Rádio Mayrink Veiga, do Rio de Janeiro, e depois passou para a Rádio Nacional, em 1944, então a maior emissora do país.

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PRK-30 simulava uma estação clandestina, identificada por um prefixo inexistente, satirizando atrações da época, como novelas, programas de auditório e transmissões esportivas. Chegou a superar 52% da audiência do mercado radiofônico do Rio de Janeiro, quando o programa era transmitido pela Rádio Nacional, à época instalada no Edifício A Noite, na Praça Mauá.

PRK30 – O Rádio pelo Avesso” resgata a história desse lendário programa humorístico. A obra também foi construída a partir do rolo de filme “Abacaxi Azul”, descoberto no acervo da Cinemateca Brasileira e que guardava o único registro em imagens do PRK-30. Posteriormente restaurado, o material revelou trechos inéditos que agora podem ser apreciados pelo grande público.

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O documentário é uma produção da Urca Filmes, em coprodução com o Canal Brasil, a Globo Filmes e GloboNews, e produção associada com TV Brasil, Rádio MEC, Rádio Nacional, 560 e 1001 Filmes.  A direção é de Eduardo Albergaria e a produção é de Leonardo Edde.

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Fonte: Agência Brasil

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