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A ofensiva judicial aberta pela ONG Matria contra a deputada federal Erika Hilto…

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A ofensiva judicial aberta pela ONG Matria contra a deputada federal Erika Hilton escancara mais um capítulo do ambiente tóxico que domina o debate público brasileiro — onde divergência política tem sido cada vez mais substituída por ataques pessoais e retórica agressiva.

A ação civil pública, protocolada neste domingo (22), mira uma publicação feita por Hilton no dia 11 de março, na qual ela reagiu a críticas com termos como “transfóbicos e imbecis”, “esgoto da sociedade” e ainda disparou que suas opositoras “podem latir”. Para a ONG, não se trata de mera indignação, mas de abuso de linguagem com potencial de constranger e intimidar um grupo específico de mulheres.

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O pedido é direto: que a deputada apague a postagem e publique, em até 24 horas, uma retratação formal reconhecendo que suas palavras feriram “a honra e a dignidade de uma coletividade de mulheres”. Além disso, a Matria solicita a aplicação de uma multa pesada — R$ 500 mil — a ser revertida ao Fundo de Defesa de Direitos Difusos, ligado ao Ministério da Justiça

Fonte: Metrópoles
Via Tese Jurídica.
#descontrairoficial

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SIlas Aguiar/a>

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