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Após explosões, Sabesp suspende obras com interferência em rede de gás

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A Sabesp decidiu paralisar, pelo prazo inicial de 15 dias, todas as operações em logradouros públicos no estado de São Paulo que tenham interferência direta em redes do sistema público de gás. A medida foi anunciada dias após a explosão em uma casa no bairro do Jaguaré, na zona oeste da capital paulista, ocorrida após um vazamento provocado por uma obra da companhia, na última segunda-feira (11/5).

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A suspensão em todo o estado — que já havia sido anunciada pelo governador Tarcísio de Freitas (Republicanos), na quinta (14/5) — também marca uma ampliação da medida adotada anteriormente, que se restringia a intervenções realizadas apenas por “método não destrutivo”.

Segundo a Sabesp, a decisão tem “caráter preventivo” e “busca reforçar a segurança operacional, permitindo a revisão dos procedimentos técnicos, protocolos de atuação e fluxos operacionais aplicados nas obras executadas pela Companhia, além da elaboração de medidas adicionais de controle e mitigação de riscos”.

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A companhia informou na nota, ainda, que o prazo de 15 dias pode ser prorrogado, assim como novas diretrizes operacionais podem ser estabelecidas — casos nos quais a Sabesp emitirá novo comunicado.

Novo vazamento em Itaquera

Uma obra da Sabesp provocou um novo vazamento de gás, nessa quinta-feira (14/5), após romper uma tubulação da Comgás, na Rua Senador Amaral Furlan, em Itaquera, na zona leste de São Paulo.

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Segundo a Comgás, as equipes da concessionária foram acionadas ao endereço às 13h38. A manutenção chegou às 14h e eliminou o vazamento. A Sabesp informou, em nota, que concluiu o reparo da tubulação rompida por volta das 15h30.

A companhia responsável pela distribuição de água em São Paulo pediu desculpas pelos transtornos. Esse é o segundo vazamento de gás registrado nesta semana envolvendo as duas concessionárias na capital paulista.

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Explosão no Jaguaré

  • Uma obra da Sabesp já tinha causado uma explosão que deixou dois mortos e dois feridos em uma comunidade do Jaguaré, na zona oeste de São Paulo, nessa segunda-feira (11/5).
  • A explosão de gás provocou um incêndio em diversas casas em uma área próxima à Rua Dr. Benedito de Moraes Leme, no Jaguaré.
  • A tubulação de gás foi atingida durante obra de remanejamento de tubulação de água da Sabesp, empresa de saneamento básico de São Paulo. O serviço foi paralisado na sequência.
  • A Comgás, companhia paulista de gás, foi acionada e as duas empresas adotaram imediatamente todos os protocolos de segurança.
  • Um homem morreu e outros três feridos foram encaminhados ao Pronto Socorro Regional de Osasco, um deles por meios próprios, outro por uma equipe do Samu e o terceiro por uma unidade do resgate.
  • O Corpo de Bombeiros encerrou as buscas por outras vítimas nos escombros por volta das 21h30.
  • Ao menos 35 imóveis foram atingidas pela explosão. Outros imóveis tiveram janelas e batentes de porta destruídos.
  • 46 imóveis foram interditados pela Defesa Civil e mais de 200 pessoas afetadas estão sendo cadastradas para receber assistência, segundo o governo estadual.
  • A área foi totalmente isolada para a buscas por possíveis vítimas — que foram encerradas pelo Corpo de Bombeiros por volta das 21h30.
  • Por medida de segurança, a energia na área foi desligada.
  • O governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) fez uma publicação nas redes sociais dele prestando solidariedade aos familiares e amigos do homem que morreu após a explosão e às três pessoas feridas e afirmou que “todos terão seus prejuízos ressarcidos e suas residências devidamente recuperadas”. O prefeito Ricardo Nunes (MDB) postou mensagem em sua conta no Instagram de solidariedade às vítimas. “Meus sentimentos aos amigos e familiares do senhor que, infelizmente, veio a falecer.”
  • Segundo Nunes, a Prefeitura de São Paulo e a Defesa Civil estão no local prestando suporte total e colaborando com a perícia.
  • Em nota conjunta, a Sabesp e a Comgás afirmaram que os moradores afetados vão receber um valor emergencial de R$ 2 mil enquanto fazem o levantamento de todos os prejuízos.
  • A Agência Reguladora de Serviços Públicos do Estado de São Paulo (Arsesp) afirmou que enviou, nesta sexta-feira (15), equipes de fiscalização ao local do vazamento de gás ocorrido na Avenida Senador Amaral Furlan, em Itaquera, envolvendo as concessionárias Comgás e Sabesp e que já solicitou esclarecimentos às concessionárias envolvidas para apurar as circunstâncias da ocorrência.

 

Fonte: Portal Metrópoles

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Número de mortos por terremoto na Venezuela sobe para 1.450

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Os terremotos ocorridos na última semana na Venezuela deixaram 1.450 mortos e 3.150 feridos, conforme último levantamento. O balanço foi anunciado pelo presidente da Assembleia Nacional da Venezuela, Jorge Rodríguez. 

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O número de mortos tem aumentado no momento em que as equipes de resgate chegaram a cidade costeira de La Guaira, a mais atingida pelos tremores. Neste fim de semana, 33 pessoas foram resgatadas. No entanto, milhares de pessoas continuam desaparecidas.

Mais de 1.600 socorristas estrangeiros estão no país para apoiar famílias e voluntários nos resgates. Entre eles, brasileiros que iniciaram neste sábado (27) a operação de busca e resgate. Coordenada pelo Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), por meio da Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil (Sedec), a missão humanitária integra uma força-tarefa internacional voltada à localização de sobreviventes. 

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O Brasil enviou cerca de 10 toneladas de materiais e equipamentos, uma caminhonete, 37 bombeiros militares e quatro técnicos da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). As equipes estão instaladas em uma base improvisada na região de Los Corales, onde prestam apoio ao governo local. 

O Serviço Geológico dos Estados Unidos estimou que mais de 10.000 mortes podem ter ocorrido devido aos terremotos de magnitude 7,2 e 7,5, o que os colocaria entre os mais mortíferos da América Latina no último século.

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* Com informações da Telesur e da Reuters

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Fonte: Agência Brasil

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Mortes após terremotos na Venezuela sobem para 1.430

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O número de mortes em razão dos terremotos que atingiram a Venezuela na quarta-feira (24) subiu para 1.430. O balanço foi divulgado neste sábado (27) pelo governo venezuelano.

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Os números mostram ainda 3.238 feridos pelos tremores, que registraram magnitude de 7,5 e 7,2 graus na escala Richter. Segundo o governo venezuelano, foram contabilizadas pelo menos 430 réplicas de menor intensidade.

O Ministério das Relações Exteriores do Brasil informou que dois brasileiros – uma mulher e um homem – morreram em decorrência dos terremotos. Uma das vítimas é a brasiliense Vanessa Zacarias da Silva, 44 anos.

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Na tarde de sexta-feira (26), um novo terremoto, de magnitude 4,9, atingiu a costa norte da Venezuela. O tremor foi sentido na capital Caracas e na cidade vizinha de Maracay.

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Fonte: Agência Brasil

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Marinha lança fragata e Lula fala em fortalecer defesa do país

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A Marinha lançou, nesta sexta-feira (26), em Itajaí (SC) a Fragata Cunha Moreira. Fragatas são navios de guerra velozes, aptos a participar de operações de defesa e escolta. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou lançamento e destacou a importância de fortalecer a defesa do país contra ameaças estrangeiras.

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“Eu não quero guerra. Mas eu também não quero ser pego de surpresa. Eu tenho que me cuidar. Tá cheio de maluco no mundo. Agora mesmo, o presidente americano quer tomar a Groenlândia, o Canadá, o Canal do Panamá. Aonde que nós estamos?”, disse presidente Lula.

Em seguida, se referiu à fragata como um símbolo da defesa da soberania do país. “Isso não é [só] um navio. É o começo de um país que vai assumir, de fato e de direito, o direito de ser soberano, de tomar conta do seu nariz e estar preparado. É isso que temos que fazer daqui pra frente”.

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 Presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante cerimônia de lançamento da Fragata “Cunha Moreira”, em Itajaí – SC. Foto: Ricardo Stuckert / PR

Lula ainda defendeu a criação de um projeto estratégico de defesa, classificando o atual momento como o de “maior concentração de conflito da história da humanidade depois da 2ª Guerra Mundial”.

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“Para as pessoas saberem que não queremos briga com ninguém, mas que estaremos preparados para defender nossos 8,5 milhões de quilômetros quadrados e nossos 215 milhões de habitantes”, acrescentou.

Fragata Cunha Moreira

A Fragata “Cunha Moreira” foi construída no Brasil, em Itajaí, com mão de obra nacional e transferência de tecnologia. Foram construídas também outras duas fragatas e lançadas, a “Tamandaré” e “Jerônimo de Albuquerque”. A quarta fragata da Classe Tamandaré, “Mariz e Barros”, está em construção.

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A Fragata “Cunha Moreira” poderá atingir a velocidade de 25 nós, que equivale a cerca de 47 km/h. Os enormes navios possuem 107 metros de comprimento, dotados de convoo, hangar de helicóptero, radares, sensores e armamentos, com deslocamento de até 3.465 toneladas.

O Programa Fragata Classe Tamandaré é uma parceria entre a Marinha e a Sociedade de Propósito Específico Águas Azuis, formada pelas empresas TKMS, Embraer e Atech, e gerenciado pela empresa Emgepron.

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“O poder naval, pilar à proteção de recursos, fluxos logísticos e instrumento de tempestiva resposta do Estado, adquire centralidade ao se analisar disputas atuais na conjuntura internacional e crescentes inclinações de atores soberanos em mobilizar vetores navais visando intimidar nações”, afirmou o Comandante da Marinha, Marcos Olsen.

 

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Fonte: Agência Brasil

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