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Auxílio Emergencial: saiba como é feita a análise dos trabalhadores e o que pode levar à exclusão

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Trabalhadores têm reclamado da demora na análise do cadastro e também no pagamento; processamento envolve cruzamentos de todos os inscritos com os mais de 33 bilhões de registros do Cadastro Nacional de Informações Sociais (CNIS).

Trabalhadores que estão se inscrevendo desde o último dia 7 de abril para receber o auxílio emergência de R$ 600 têm encontrado dificuldades para ter o dinheiro liberado.

Há os que se inscreveram logo após o anúncio do programa e ainda aguardam a análise do pedido, e há os que foram considerados habilitados para receber e ainda não viram o dinheiro na conta.

Mas como é feita a análise dos pedidos dos trabalhadores? Veja abaixo o passo a passo de como funciona o processo de análise dos pedidos do auxílio emergencial:

1. O trabalhador faz o cadastro no sistema da Caixa para receber o auxílio:

O trabalhador faz o cadastro no sistema da Caixa para receber o auxílio — Foto: Reprodução/Ministério da Cidadania

2. Os dados fornecidos no sistema de cadastro do auxílio pelo trabalhador são enviados para a Dataprev, que é a empresa pública responsável por identificar quem tem direito a receber o auxílio emergencial de R$ 600:

Os dados fornecidos no sistema de cadastro do auxílio pelo trabalhador são enviados para a Dataprev, que é a empresa pública responsável por identificar quem tem direito a receber o auxílio emergencial de R$ 600 — Foto: Divulgação/Ministério da Cidadania

3. Os dados coletados pela Dataprev são cruzados com mais de 33 milhões de registros no Cadastro Nacional de Informações Sociais (CNIS):

Os dados coletados pela Dataprev são cruzados com mais de 33 milhões de registros no Cadastro Nacional de Informações Sociais (CNIS) — Foto: Divulgação/Ministério da Cidadania

4. Após conclusão da análise, a Dataprev envia a indicação das famílias com direito a receber o auxílio para o Ministério da Cidadania:

Após conclusão da análise, a Dataprev envia a indicação das famílias com direito a receber o auxílio para o Ministério da Cidadania — Foto: Divulgação/Ministério da Cidadania

5. O Ministério da Cidadania faz então a homologação desses contemplados e envia de volta os dados para a Dataprev:

O Ministério da Cidadania faz então a homologação desses contemplados e envia de volta os dados para a Dataprev — Foto: Divulgação/Ministério da Cidadania

6. Os dados são enviados pela Dataprev para a Caixa Econômica Federal, responsável apenas pela operação do pagamento do auxílio:

Os dados são enviados pela Dataprev para a Caixa Econômica Federal, responsável pela operação do pagamento do auxílio — Foto: Divulgação/Ministério da Cidadania

Cruzamento de informações

De acordo com a Dataprev, empresa pública responsável por identificar quem tem direito a receber o auxílio emergencial de R$ 600, a liberação do benefício envolve um complexo cruzamento de informações dos trabalhadores levando em conta as exigências estabelecidas que dão direito ao pagamento.

A Dataprev faz os cruzamentos de todos os inscritos no auxílio emergencial com os mais de 33 bilhões de registros do Cadastro Nacional de Informações Sociais (CNIS), como por exemplo as bases oficiais contendo informações sobre os vínculos empregatícios, remunerações, contribuições ao INSS, entre outras.

Para realizar a indicação dos beneficiados, a Dataprev adotou três metodologias diferentes, obedecendo às especificidades de cada grupo com direito ao auxílio emergencial:

  • Grupo 1 – composto pelos microempreendedores individuais (MEIs), contribuintes individuais (CIs) e trabalhadores informais (aqui também entram os desempregados)
  • Grupo 2 – inscritos no CadÚnico e beneficiários do Programa Bolsa Família
  • Grupo 3 – inscritos no CadÚnico e não beneficiários do Bolsa Família

Os requisitos que determinam a exclusão do benefício são os seguintes:

  • Ter menos de 18 anos de idade;
  • Ter emprego formal ativo (com carteira assinada) e tenha recebido remuneração nos últimos 3 meses;
  • Receber benefícios pagos pelo Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS), como aposentadoria, pensão ou Benefício de Prestação Continuada (BPC);
  • Ser beneficiário do seguro-desemprego, seguro defeso ou de programa de transferência de renda federal, com exceção do Bolsa Família;
  • Não estar em família com renda mensal por pessoa de até meio salário mínimo (R$ 522,50) ou com renda mensal total de até três salários mínimos (R$ 3.135,00);
  • Em 2018, ter recebido rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559,70, ou seja, em 2018 precisou declarar imposto de renda;
  • Não ser microempreendedor individual, contribuinte individual do Regime Geral de Previdência Social nem trabalhador informal, seja empregado, autônomo ou desempregado.

De acordo com a Dataprev, as regras para a validação dos dados dos trabalhadores foram “amadurecidas ao longo do processo, o que demandou um tempo maior de análise. Com os avanços da atividade e conhecimento dos cenários, o processamento e homologação será cada vez mais rápido daqui para frente”.

Outras exigências

De acordo com o governo, apesar de o benefício ser concedido automaticamente para quem está no Cadastro Único ou recebe Bolsa Família, não significa que todos serão contemplados. Isso porque há um limite de até dois trabalhadores que podem receber o benefício por família. E os critérios de exclusão citados acima também valem para esses beneficiários.

Já os trabalhadores que fizerem a solicitação do auxílio por meio do site ou aplicativo da Caixa, a exigência é que todos os membros da família devem ter CPF em estado regular.

Para verificar se o cadastro do CPF está regular na Receita Federal, é preciso consultar as informações do Cadastro de Pessoa Física no site do órgão, pois os dados inseridos no aplicativo Caixa – Auxílio Social devem estar iguais aos contidos na base da Receita. Veja aqui como regularizar o CPF.

Se o trabalhador regularizou ou atualizou os dados do CPF recentemente, ele deve aguardar pelo menos três dias e tentar novamente fazer a solicitação do auxílio no site ou aplicativo da Caixa.

Se o CPF está irregular, é preciso consultar o site da Receita Federal para fazer a regularização. As instruções estão neste link.

Outro ponto importante é o preenchimento correto dos dados. Se o trabalhador preencheu alguma informação de forma incorreta ou deixou de fornecer algum dado, não será possível fazer a correção. Segundo a Caixa, esse trabalhador só poderá fazer as alterações no cadastro após ter seu pedido analisado.

A Caixa esclarece que, após a consulta, se o retorno da análise da Dataprev for “Dados inconclusivos”, será permitido ao cidadão realizar nova solicitação.

47,5% dos inscritos no site e app foram aprovados

De acordo com a Dataprev, no total, 32 milhões de cadastros realizados entre os dias 7 e 10 de abril no site e aplicativo do auxílio emergencial por trabalhadores informais, desempregados, microempreendedores individuais (MEIs) e contribuintes individuais da Previdência já foram finalizados e enviados para a Caixa. Deste total:

  • 15,2 milhões foram considerados elegíveis
  • 11,6 milhões necessitam de revisão cadastral
  • 3,5 milhões foram classificados como inelegíveis
  • 1,7 milhão precisam de processamento adicional

Portanto, 47,5% dos trabalhadores que tiveram o cadastro homologado pelos órgãos federais têm direito ao pagamento. Outros 11% não têm direito. E outros 41,5% têm pendências para ter direito ao auxílio.

Até esta quinta-feira (23), a Caixa havia creditado R$ 23,5 bilhões para 33,2 milhões de pessoas. O balanço inclui os inscritos no site e aplicativo e no Cadastro Único e Bolsa Família.

Na sexta-feira (24), mais 7 milhões de requerimentos, que foram realizados entre os dias 11 e 17 de abril pelo site e aplicativo, serão enviados à Caixa, de acordo com a Dataprev.

Até o momento, 45,2 milhões de brasileiros tiveram os CPFs considerados elegíveis, homologados e enviados à Caixa para verificação final e pagamento. Neste balanço estão incluídos os trabalhadores cadastrados no site e aplicativo da Caixa e os inscritos no CadÚnico. O resultado representa 84% do público inicialmente estimado para receber o auxílio emergencial, de 54 milhões.

As pessoas que não concordarem com a análise realizada pelos sistemas de conferência podem pedir nova avaliação pelo próprio aplicativo e site da Caixa de cadastro para o auxílio. A funcionalidade foi habilitada na última segunda (20) para os inscritos no Cadastro Único e estará disponível para os demais trabalhadores nos próximos dias, segundo o governo.

Segundo a Caixa, se o resultado for “Benefício não aprovado”, o cidadão poderá contestar o motivo da não aprovação ou realizar a correção de dados por meio de nova solicitação. Tais solicitações deverão ser feitas através do app Caixa Auxílio Emergencial ou do site auxilio.caixa.gov.br, onde o trabalhador fará a novo preenchimento dos dados, sem a necessidade de apresentação de documentos.

Problemas no pagamento

Mesmo após terem passado pelas exigências para receber o auxílio, trabalhadores têm se queixado da demora na liberação do dinheiro. Segundo a Caixa Econômica, após o cadastro ser aprovado, o prazo para depósito é de três dias úteis. Mas esse prazo nem sempre é cumprido. O G1 entrou em contato com a Caixa para saber as razões para essa demora. A resposta foi que aproximadamente 75 milhões de brasileiros já receberam a resposta sobre o auxílio emergencial após a análise feita pela Dataprev e que pagará até o próximo dia 30 mais R$ 7,6 bilhões para aproximadamente 9,6 milhões beneficiários do Bolsa Família, além dos R$ 23,5 bilhões já pagos para 33,2 milhões de pessoas.

Há ainda os trabalhadores que não estão conseguindo acessar a poupança social digital aberta para recebimento do auxílio. A medida, com o objetivo de possibilitar o recebimento por quem não tem conta em banco, acabou sendo outro empecilho para que o dinheiro fosse liberado.

No cadastro do auxílio, o trabalhador pode escolher para o depósito do dinheiro uma conta bancária já existente ou abrir uma poupança social digital na Caixa. Essa poupança é movimentada pelo aplicativo Caixa Tem.

Trabalhadores têm relatado nas redes sociais que não conseguem entrar no aplicativo Caixa Tem para ter acesso ao dinheiro. Há relatos ainda de que o sistema está impossibilitando a transferência do dinheiro dessa poupança para outras contas, inclusive da própria Caixa.

Segundo a Caixa, o sistema está sobrecarregado pelos usuários que não têm direito ao auxílio emergencial, mas que mesmo assim acessam o aplicativo.

Na última segunda-feira (20), o presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, informou que quem foi aprovado, mas não recebeu a primeira parcela, poderá receber duas de uma só vez.

O governo chegou a anunciar que anteciparia a segunda parcela do auxílio nesta quinta-feira (23), mas, na véspera, recuou, sem informar uma nova data.

“Por fatores legais e orçamentários, pelo alto número de requerentes que ainda estão em análise, estamos impedidos legalmente de fazer a antecipação da segunda parcela do auxílio-emergencial”, informou o governo federal.

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Criança em tratamento contra o câncer morre em Sergipe

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Kemilly de apenas 6 anos de idade morava no sertão de Sergipe, fazia tratamento contra um câncer e morreu na madrugada dessa quinta-feira (13). Muito querida pelo seu jeito carinhoso, a grande batalhadora lutava pela vida com o diagnóstico de Rabdomiossarcoma, um tipo de câncer que se desenvolve nos músculos ligados aos ossos.

A criança chegou a testar positivo para a Covid-19, mas passou pela doença, fez outro teste que deu negativo, mas já estava fragilizada pelo câncer também. O enterro acontecerá na tarde desta quinta-feira (13), no município de Monte Alegre, sertão de Sergipe. Nas redes sociais, Pricila Andrade e Jaquelline Cruz, apoiadoras do Gaac lamentaram a morte de Kemilly. 

Fred Gomes, responsável pela comunicação do Gaac, também se manifestou com um depoimento de quem esteve de perto durante todo o tratamento: 

“Por mais que soubesse da real situação da sua saúde, eu acreditava que você iria passar um bom tempo conosco, nos presenteando com este lindo sorriso.

Acordar 2h da manhã com a notícia do seu falecimento não foi fácil, não está sendo fácil, estou arrasado. Quantas vezes conversamos, rimos e quantos abraços apertados sem querer me largar você me deu! Aprendi muito com você minha guerreira, foram anos de muito aprendizado e vai deixar muita saudade desse jeito meigo, carinhoso de um jeito que só você tinha. Obrigado minha princesa por tudo, um vazio muito grande sem você aqui, as lembranças das nossas brincadeiras os momentos em que te visitei em casa, nosso último almoço, quando o tio Fred te levou em casa quando você saiu de alta, paramos na estrada para almoçar. Momentos que jamais irão se apagar da minha memória. Que Deus fortaleça sua mãe e peço orações para ela neste momento. Daqui a pouco estarei no nosso sertão para te dar o último “ADEUS”. Vai com os anjos, vai em paz Kemilly. Não é fácil para mim, aos longos dos 20 anos de Gacc foram vários filhos que partiram. Isso mesmo, filhos, tenho cada criança ali como um filho meu, me dedico ao máximo para amenizar a dor e o sofrimento de cada acolhido e fortalecer cada mãe cada pai que ali chegam.”

O GACC

Grupo de Apoio à Criança com Câncer de Sergipe (GACC/SE) nasceu em 1999, graças à iniciativa de Lygia Ribeiro e suas filhas, com o objetivo de melhorar a difícil realidade vivida pela criança e adolescente com câncer no estado. Há alguns anos, observando a crescente demanda, o GACC ampliou o seu atendimento à crianças e adolescentes com doenças hematológicas.
Ligue e saiba como doar: (79) 3211-5642 / (79) 99146-4544

Silas Aguiar / Descontrair.com

Informações Policiais

Fonte: Portal A8

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‘Quero rosas brancas enfeitando meu caixão’, disse técnico de enfermagem à mãe antes de ser entubado e morrer de Covid aos 22 anos em MT

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A mãe de Klediston Kelps, de 22 anos, disse que o filho já sabia que não resistiria à entubação e que ele se despediu da família no dia em que foi para a UTI.

Klediston Kelps, de 22 anos, morreu de Covid-19 em Mato Grosso — Foto: Facebook

A mãe do técnico de enfermagem Klediston Kelps, de 22 anos, que morreu com Covid-19 no último sábado (25), disse que o filho já sabia que não resistiria à entubação e que ele se despediu da família no dia em que foi para a unidade de terapia intensiva (UTI).

Klediston deu entrada na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Primavera do Leste, a 239 km de Cuiabá, no final de junho. O estado de saúde dele se agravou, e, no dia 18 de julho, o jovem foi transferido para a UTI de um hospital particular do município, onde ficou sete dias internado. No sábado (25), ele não resistiu e morreu.

A mãe de Klediston, Elisângela da Silva Faria, de 40 anos, conta que no dia em que seria entubado, o técnico de enfermagem mandou mensagem para a família e para a mãe, dizendo que poderia não resistir.

Na mensagem à mãe, o jovem disse que, caso fosse a óbito, gostaria de ter flores brancas e uma vermelha no caixão dele.

Em mensagem à mãe, no dia em que foi entubado, Klediston falava o que queria antes de morrer  — Foto: Reprodução/Arquivo pessoal

Em mensagem à mãe, no dia em que foi entubado, Klediston falava o que queria antes de morrer — Foto: Reprodução/Arquivo pessoal

Elisângela disse que ele também mandou um adeus no grupo da família. A mãe lamentou a perda.

“Eu perdi a coisa mais preciosa da minha vida. Ele era uma luz para mim e na hora em que ele morreu, antes mesmo de saber, eu senti meu filho indo embora”, conta.

Elisângela contou que não pôde realizar o desejo do filho, já que, por causa da doença, não houve velório e o sepultamento foi feito com o caixão lacrado.

No entanto, a mãe levou as flores pedidas pelo filho até o local em que ele foi enterrado.

Elisângela levou as rosas que o filho pediu no outro dia — Foto: Arquivo pessoal

Elisângela levou as rosas que o filho pediu no outro dia — Foto: Arquivo pessoal

Klediston era técnico de enfermagem concursado em Primavera do Leste e cursava o último semestre de enfermagem no município. Elisângela, que é técnica de enfermagem do Samu, conta que o filho já tinha muitos planos e sonhos para a carreira dele.

“Ele dizia que queria seguir meus passos, e que por isso tinha escolhido a enfermagem. Mas também dizia que não queria parar por ali, sonhava em terminar o curso e se tornar enfermeiro e depois estudar ainda mais, até chegar ao doutorado. Meu filho era muito dedicado em tudo que fazia. Ele estudou muito para passar no concurso do local em que trabalhava. E estudava ainda mais”, relata.

A mãe conta que, apesar de ter se mudado para Primavera do Leste para assumir a vaga do concurso, Klediston continuava mantendo contato com a mãe diariamente.

“Meu filho era muito carinhoso. Sempre ligava, escrevia poesias, demonstrava o amor dele. No telefone também debatia assuntos comigo, tirava dúvidas sobre a área, sempre querendo saber mais e estudar mais”, diz.

Kledson se formou em 2017 como técnico em enfermagem e atualmente cursava o último semestre no curso de enfermagem — Foto: Arquivo pessoal

Kledson se formou em 2017 como técnico em enfermagem e atualmente cursava o último semestre no curso de enfermagem — Foto: Arquivo pessoal

A família do técnico em enfermagem acredita que ele foi contaminado pela Covid-19 durante os plantões no trabalho. Klediston havia pegado dengue semanas antes. Por causa disso, o sistema imunológico já estava debilitado.

Junto a isso, a mãe conta que a família tem histórico de cardiopatia e que acredita que a comorbidade possa ter influenciado na recuperação.

Os primeiros testes feitos no jovem deram negativo para Covid-19. Segundo Elisângela, quando Klediston foi diagnosticado, os sintomas já eram mais fortes.

“Ele me mandava mensagem, estava sofrendo. As enfermeiras me falavam que ele rolava de dor”, lembra.

Apesar disso, a mãe conta que ainda tinha esperanças e esperava pela saída do filho, mas notou que, nos últimos dias de vida, ele estava se sentindo mais cansado e sem forças.

A prefeitura lamentou a morte do jovem e disse que no trabalho ele era dedicado, atencioso e cuidadoso.

O jovem atuava em um posto de saúde, fazia plantões no setor de urgência e emergência da UPA.

O resultado do exame que confirmou a morte por coronavírus saiu na segunda-feira (27).

Mato Grosso já registrou, até essa segunda-feira (27), 46 mil casos de Covid-19 e 1.669 mortes em decorrência da doença, segundo a Secretaria Estadual de Saúde.

Assista a Reportagem : http://g1.globo.com/mato-grosso/videos/v/tecnico-em-enfermagem-de-22-anos-morre-de-covid-em-primavera-do-leste/8733799/

Fonte: G1.com

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Aquidabã

Idoso diagnosticado com Covid-19 é detido por desrespeitar isolamento em Aquidabã

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De acordo com a polícia, ele assinou um Termo de Ocorrência (TCO) com base na lei que fala sobre sobre a infração da determinação do poder público destinada a impedir introdução ou propagação de doença contagiosa.

Um homem de 65, diagnosticado com a Covid-19, foi detido pela Polícia Civil por desrespeitar as ordens sanitárias de isolamento social e estar andando pelas ruas do município de Aquidabã. A prisão ocorreu nessa quinta-feira (23).

De acordo com a polícia, o idoso assinou um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO) com base no artigo 268 do Código Penal, que trata sobre a infração da determinação do poder público destinada a impedir introdução ou propagação de doença contagiosa. Em seguida, foi liberado.

Em Aquidabã, sete pessoas morreram vítimas da Covid-19 e 315 foram confirmadas com o novo coronavírus.

Via G1/SE

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