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UFS é acusada de racismo e intolerância religiosa; entenda o caso

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Após a realização de um concurso para ser professor do curso de Direito da Universidade Federal de Sergipe (UFS) em 2019, o Dr. Ilzver Matos foi aprovado no processo seletivo, ficando em 2º lugar na ampla concorrência e em 1º lugar nas cotas raciais.Em março deste ano, após a aposentadoria de um professor do curso, o Conselho do Departamento de Direito da UFS decidiu, de forma unânime, convocar o professor Ilzver para ocupar a vaga.

Após a decisão, um professor do curso de Ciências Contábeis do campus de Itabaiana solicitou a abertura de um edital interno de remoção e entrou com um processo contra a nomeação de Ilzver.O edital de remoção consiste na transferência de um professor de outro departamento da universidade para o departamento no qual está sendo solicitada a transferência.

Mesmo com a solicitação desse professor, a Procuradoria Jurídica da UFS e a relatora do processo no Conselho Departamental, Dra. Jussara Jacintho, mantiveram posicionamento favorável à convocação de Ilzver.No entanto, após uma nova reunião realizada na última quarta-feira, 28, o Conselho Departamental de Direito da UFS decidiu pela abertura do edital de remoção solicitado pelo professor de Ciências Contábeis e não pela convocação do Dr. Ilzver Matos, aprovado no concurso de 2019 e já empossado professor da universidade.

Em nota, a relatora do processo, Dra. Jussara Jacintho, afirmou que o Departamento de Direito da UFS preteriu ilegalmente a vaga do candidato aprovado no concurso de 2019 e acusa a universidade por crimes de racismo e intolerância religiosa.

Ela declarou que em 2016 ocorreu um outro episódio semelhante e que, naquela ocasião, o Conselho Departamental de Direito havia decidido pela escolha da professora aprovada no concurso para ocupar a vaga no curso.

“A diferença entre uma situação e outra é que a candidata convocada [em 2016] é branca, loura, irmã de procurador da UFS e pesquisa literatura e direito (ressalto que a professora em questão é excelente professora) e o candidato atual é exatamente o seu oposto: negro, de família desconhecida pelo stabilishment, candomblecista e pesquisador reconhecido pela academia na área de religiões de matriz africana”, diz Jussara em nota,Na tarde desta sexta-feira, 30, o Movimento Nacional de Direitos Humanos de Sergipe publicou uma nota de apelo “pela justa e imediata nomeação e posse” do Dr. Ilzver de Matos Oliveira”.

Para o Movimento, a decisão tomada pelo Conselho representa “uma ação administrativa arbitrária de racismo institucional e religioso, considerando que Ilzver é “negro, candomblecista e reconhecido publicamente pelos movimentos sociais como um grande defensor dos direitos humanos”.

O Departamento de Direito da Universidade Federal de Sergipe afirmou que a decisão pelo edital de remoção interna de servidores ocorreu após reunião do Conselho Departamental. Segundo nota divulgada pela universidade, a deliberação foi baseada na orientação recebida da Procuradoria Jurídica da UFS, a qual regulamenta que o processo interno de remoção de servidores deve ocorrer antes da convocação de candidato aprovado em concurso e que esse processo está tramitando no âmbito do departamento do curso, conforme fluxo normal para esse tipo de procedimento.Em outro trecho da nota, o Departamento de Direito informa que “reafirma ainda seu compromisso com o respeito à legalidade e à transparência, sem fazer concessões a qualquer tipo de manifestação de intolerância ou discriminação, valorizando a pluralidade de ideias e o debate livre e respeitoso”.O escritório Hora e Leão Advogados, que representa o professor Ilvzer no processo administrativo que tramita na UFS, diz que aguarda a publicação da ata da reunião realizada pelo Conselho para poder analisar a fundamentação adotada no caso e decidir quais medidas cabíveis serão adotadas e ressaltou que a preterição do seu nome para a vaga não encontra subsídios jurídicos nas Leis da República e tampouco na jurisprudência dos Tribunais Superiores.

Silas Aguiar / @descontrair.com_oficial

Fonte: FanF1

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Homem é preso por tráfico de drogas em Itabaiana

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O homem recebeu voz de prisão no local e foi levado para a Delegacia Regional

A Polícia Civil prendeu, nesta quinta-feira (26), um homem identificado apontado como suspeito de atuar no tráfico de drogas no Loteamento Luiz Gonzaga, em Itabaiana, no agreste sergipano.

A ação foi realizada por equipes do Departamento de Narcóticos (Denarc), vinculadas à Delegacia Regional de Itabaiana, que investigavam denúncias sobre a venda de entorpecentes na região.

No imóvel do suspeito, os policiais encontraram porções de maconha já fracionadas e prontas para comercialização, além de uma balança de precisão e tabletes de droga prensada, reforçando os indícios de tráfico.

O homem recebeu voz de prisão no local e foi levado para a Delegacia Regional, onde permanece à disposição da Justiça enquanto as investigações seguem para identificar outros possíveis envolvidos.

Fonte: Portal Itnet.

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AGU cria grupo para recuperar dinheiro das vítimas de fraude no INSS

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Grupo será formado por oito advogados públicos

Foto:© Wesley Mcallister/AscomAGU

A Advocacia-Geral da União (AGU) criou nesta quarta-feira (23) um grupo especial para buscar a recuperação do dinheiro descontado irregularmente dos aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

A medida foi tomada após a deflagração da Operação Sem Desconto, da Polícia Federal, que investiga um esquema nacional de descontos de mensalidades associativas não autorizadas. Estima-se que cerca de R$ 6,3 bilhões foram descontados de aposentados e pensionistas entre 2019 e 2024.

O grupo será formado por oito advogados públicos que vão atuar para propor medidas judiciais e administrativas para obter a reparação dos valores descontados e os danos causados contra o INSS.

Os profissionais também devem propor medidas de prevenção e enfrentamento de situações de fraudes contra a seguridade social.

De acordo com o advogado-geral da União, Jorge Messias, a AGU vai atuar para garantir a renda dos trabalhadores em situação de vulnerabilidade.

“O Estado brasileiro, os aposentados e pensionistas foram lesados por esse esquema. Por isso, também vamos buscar a responsabilização das entidades que promoveram os descontos ilegais e recuperar cada centavo desviado”, afirma Messias.

Mais cedo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva determinou a demissão do presidente do INSS, Alessandro Stefanutto, que foi afastado pela Justiça em função das investigações da Operação Sem Desconto.

Fonte: Agência Brasil

 

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Homem é morto a pauladas e tiros em Propriá

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