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Rio Grande do Sul

Morre quinto integrante de família em que 12 testaram positivo para Covid-19 no RS

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Francisco Padilha, de 59 anos, estava internado na UTI de um hospital em Gramado. Os pais e dois irmãos dele também morreram por coronavírus.

Francisco Padilha e o pai Solon Gonçalves Padilha. — Foto: Arquivo pessoal

Morreu na madrugada desta quarta-feira (29), o quinto integrante de uma família da Serra do Rio Grande do Sul, em que 12 pessoas testaram positivo para Covid-19. Francisco Padilha, de 59 anos, já havia perdido os pais e dois irmãos por causa da doença.

A informação damorte foi confirmada pela Secretaria Municipal de Saúde de Gramado.

O irmão, de 64 anos, que não teve o nome divulgado pela família, morreu na semana passada. Os pais deles, Solon Gonçalves Padilha, de 88 anos, e Leonor Alano Padilha, de 84, e outro irmão, Odilon Alano Padilha, de 58 anos, morreram em um intervalo de três dias, ainda no início deste mês.

Francisco, que foi presidente do Sindicato do Setor de Hotéis e de Empreendimentos Gastronômicos da Região das Hortênsias entre 2010 e 2013, estava internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) de um hospital em Gramado desde o dia 15 de julho. Em nota, o sindicato se solidarizou com a família (veja abaixo).

12 testaram positivo

Segundo a psicóloga Aline Padilha, neta do casal Solon e Leonor, 12 pessoas da família testaram positivo para a doença. “Alguns já tiveram e não têm mais transmissão. Outros foram hospitalizados, mas receberam alta”, afirma.

A família realizava um revezamento desde o início da pandemia para o cuidado com os idosos, que moravam em uma propriedade rural a cerca de 50 km do centro de São José dos Ausentes.

“Todo ‘finde’ era um filho responsável por vir, para fazer a lida de campo, do gado”, diz Aline.

Aline ressalta que a família não realizou nenhuma reunião recentemente.

“Muitas pessoas estão falando que todos se reuniram no aniversário do meu avô, mas isso não é verdade. A última ocasião em que eles estiveram juntos, apenas com os filhos, foi no Dia das Mães”, garante.

Fonte: G1/SE

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Reciclador encontra R$ 5,5 mil em lixão e devolve dinheiro ao dono.

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Gustavo Guedes, de 19 anos, encontrou a quantia enrolada dentro de um saco plástico. Idoso agradeceu e deu R$ 500 como recompensa pelo gesto.

Um gesto do reciclador Gustavo Guedes, de 19 anos, repercutiu pela cidade de Machadinho, no estado do Rio Grande Do Sul, Norte do estado, nesta semana. Na terça-feira (13), ele encontrou R$ 5,5 mil em notas de R$ 100 enquanto fazia a separação do material na empresa de reciclagem dos pais e devolveu o dinheiro ao dono.

A empresa de reciclagem, que presta serviços para o município há cinco anos, recolhe cerca de duas toneladas de materiais diariamente. De acordo com Gustavo, encontrar o dinheiro foi inusitado.

“Cheguei para trabalhar normalmente, como todos os outros dias da semana, e por volta das 14h30 ou 15h, durante a classificação do material, abri uma sacolinha e nela tinha garrafa pet, vidro de café, carteira de cigarro e um maço de dinheiro”, conta o reciclador.

Depois de se recuperar do susto, Gustavo comunicou o pai, Kiko Guedes, o que havia encontrado. Os dois guardaram o dinheiro na esperança de que alguém se manifestasse. No mesmo dia, um idoso foi até a empresa, preocupado, afirmando ter perdido a quantia.

“Ele chegou assustado, falando que tinha perdido R$ 5,5 mil e que, de repente, poderia estar no lixo. Eu falei que nós achamos, mas disse: ‘O senhor vai ter que falar o que tinha dentro da sacolinha, né’. Ele acertou tudo que tinha, e nós devolvemos”, relata Gustavo.

O idoso não quis comentar o caso, mas, em agradecimento, recompensou Gustavo com R$ 500. Para o pai do jovem, o valor não se compara com a satisfação que ele sente pela atitude do filho.

“Isso aí não vale nada. O que mais vale pra nós é passar ali na cidade e ouvir as pessoas comentando, dando os parabéns pra gente. Isso aí não tem preço, vale muito mais que o dinheiro”, afirma Kiko.

Ele espera que a atitude do filho possa inspirar ações de honestidade e ética em outras pessoas.

“É um ano político, ainda mais com a pandemia, então não adianta o cara pegar o dinheiro do outro. Tem que trabalhar e fazer as coisas certas”, afirma.

Silas Aguiar / Descontrair.com

Parceiro: Informações Policiais

Fonte: G1/RS

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