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Racismo

Madonna vai de muletas a protesto contra o racismo

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A estrela pop compareceu ao evento em Londres e teve fotos e vídeos disseminados nas redes sociais. Ela teve lesão no joelho e revelou ter sido infectada pelo novo coronavírus no começo da pandemia

Madonna (Foto: Reprodução/Twitter)

Madonna compareceu à manifestação contra o racismo que tomou conta das ruas de Londres nesse sábado. Nem mesmo uma lesão no joelho segurou a estrela pop que apareceu de muletas no protesto, conforme registrado por diversos perfis com vídeos e fotos nas redes sociais. 

Entre outras celebridades que compareceram à manifestação que tem tomado conta do mundo desde a morte brutal de George Floyd por ação de policiais em Minneapolis, nos EUA, estavam o ex-campeão de tênis Boris Becker, Anthony Joshua e a modelo Suki Waterhouse.

Madonna (Foto: Reprodução/Twitter)
Madonna (Foto: Reprodução/Twitter)
Madonna (Foto: Reprodução/Twitter)
Madonna (Foto: Reprodução/Twitter)

Já Madonna, que sofre com problemas no joelho que atrapalharam sua última turnê desde o ano passado – ela chegou a dizer que sofreu um acidente com uma cadeira no palco -, compareceu com uma camiseta do movimento Black Lives Matter (Vidas Negras Importam) e óculos escuros, tentando manter a discrição, mas logo sua presença foi identificada por outros manifestantes. 

Os fãs foram ao Twitter para compartilhar suas fotos da estrela e elogiá-la por “estar sempre do lado certo da história”. Em alguns vídeos, ela entoava o coro que virou marca registrada das manifestações: “Sem justiça, sem paz!”

Houve também críticas a Madonna nas redes por não usar máscaras nem respeitar as regras de distanciamento social. A cantora já contraiu e se curou do novo coronavírus, conforme anunciou em maio. 

Abaixo, os vídeos de Madonna de muletas na manifestação em Londres.

Madonna Scrapbook@m_scrapbook

“I have the antibodies, don’t worry about it…” #Madonna at #BlackLivesMatter march in London.

Embedded video

341Twitter Ads info and privacy95 people are talking about thisMadonna  Daily@madonnadailyxxx

Madonna joins the #BlackLivesMatter protests in London

Embedded video

177Twitter Ads info and privacy52 people are talking about this

G1

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Entregador negro registra B.O. após sofrer ofensas racistas de homem branco; veja vídeo

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Um homem branco, morador de condomínio de luxo em Valinhos (SP), humilhou o entregador por aplicativo Matheus Pires, que é negro, com ofensas racistas. O vídeo com os ataques, que ocorreram no último dia 31 de julho, tem repercutido nas redes sociais desde essa quinta-feira (6). 

Nas imagens, é possível ver Mateus Couto, sem máscara, chamar Pires de semianalfabeto e lixo. O homem racista ainda diz que o rapaz tem inveja das casas do condomínio e da cor de pele dele. O profissional registrou boletim de ocorrência por causa das agressões e por crime de racismo. Veja o vídeo abaixo:

https://www.instagram.com/tv/CDmT5jojYUJ/?utm_source=ig_web_copy_link

“Você nem tem onde morar. Você tem inveja disso daqui. Eu pedi para ele [Matheus Pires] sair fora daqui, e não saiu fora. Moleque, moleque, você tem inveja disso daqui, você tem inveja dessas famílias aqui”, diz o homem, ao apontar para as casas do condomínio e, em seguida, para o antebraço, indicando ser branco.

O entregador, que estava usando máscara facial, responde: “Eu posso ter a mesma coisa que o senhor. Quem te deu isso daqui? Foi seu pai?”. Couto, então, aumenta o tom de voz e revida: “Você nunca vai ter”, para depois chamar Matheus de analfabeto e mentiroso.

Conforme apurou o site Metrópoles, parceiro do Bahia Notícias, o caso foi registrado pela Guarda Municipal de Valinhos. O homem que fez os ataques foi conduzido para a Polícia Civil de São Paulo (PCSP). Ela foi indiciado criminalmente por injúria. 

Silas Aguiar / Descontrair.com

Parceiro: Informações Policiais

Fonte: Bahia Notícia

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Brasil

Universitária é agredida por grupo de vizinhos em Manaus após ouvir comentários racistas: ‘Essa negra tem que morrer’, escutou

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Vítima denunciou que vizinhos estavam reunidos em festa na casa de coronel da Polícia Militar quando começaram a insultá-la. Síndico, porteiro e mãe da vítima também foram agredidos ao tentar ajudar jovem.

A universitária Dayse Brilhante, de 22 anos, foi agredida com socos, pontapés e puxões de cabelo enquanto passeava com o cachorro no condomínio onde mora, no bairro Parque Dez, Zona Centro-Sul de Manaus, na madrugada de quinta-feira (25). A jovem denunciou que foi agredida por vizinhos embriagados, que faziam uma festa no local, e que foi vítima de comentários racistas antes e durante as agressões.

Conforme boletim de ocorrência registrado por ela no mesmo dia, no 23º Distrito Integrado de Polícia (DIP), ao passar pela frente da casa de um coronel da Polícia Militar, onde acontecia uma festa, ela notou que estava sendo filmada por mulheres de dentro da residência, supostamente alcoolizadas.

Segundo a universitária, comentários de teor racista foram direcionados a ela, como “essa negra não deveria estar passando por aqui” e “preta”. Dayse relatou ao G1 que se aproximou do local e perguntou os motivos de estar sendo filmada e xingada, mas não foi respondida. A jovem seguiu em direção à casa onde mora, mas, após poucos passos, foi surpreendida com agressões feitas pela esposa do coronel.

“É algo que parece que já não existe. Nunca pensei que alguém pudesse se motivar a agredir outra pessoa simplesmente pela cor da pele. Só estava passeando com o meu cachorro. Não teve explicação o que eles fizeram comigo”, contou Dayse.

De acordo com o boletim de ocorrência, o celular de Dayse foi quebrado por um dos agressores. As câmeras de segurança do local mostram a jovem pedindo socorro e tentando fugir das agressões.

Universitária é agredida por grupo de vizinhos em Manaus após ouvir comentários racistas. — Foto: Rebeca Beatriz/G1 AM

Universitária é agredida por grupo de vizinhos em Manaus após ouvir comentários racistas. — Foto: Rebeca Beatriz/G1 AM

Outras pessoas se aproximaram e também começaram a agredir Dayse, que foi até a portaria em busca de proteção. De acordo com ela, o segurança do condomínio tentou ajudar, mas também foi agredido. O síndico do condomínio e a mãe de Dayse tentaram socorrer a jovem e também foram agredidos pelo grupo de vizinhos.

Segundo a família da vítima, nos últimos dias, a jovem só consegue dormir com a ajuda de remédios, pois desenvolveu um trauma emocional diante da situação. Ela ainda sonha que está sendo agredida e acorda assustada, conforme relatos.

A mãe de Dayse, Letícia Brilhante, que também foi agredida ao tentar defender a filha, disse que questionou os vizinhos sobre o motivo das agressões estarem acontecendo contra a filha e os ouviu respondendo que “essa negra tem que morrer”. Ela diz que espera que a justiça seja feita.

Universitária é agredida por grupo de vizinhos em Manaus após ouvir comentários racistas. — Foto: Rebeca Beatriz/G1 AM

Universitária é agredida por grupo de vizinhos em Manaus após ouvir comentários racistas. — Foto: Rebeca Beatriz/G1 AM

“Como mãe, o que eu peço é justiça. A gente não consegue voltar no tempo e apagar o que aconteceu. Essas marcas vão ficar com ela para a vida toda. Esse tipo de comportamento deve ser punido. É preciso de um basta”, disse.

O advogado da família, Josemar Berçot, disse que quatro agressores foram parcialmente identificados e devem ser intimados para prestar depoimento. Conforme Berçot, eles podem responder pelos crimes de injúria, injúria racial e lesão corporal.

A União dos Negros (Unegro) se posicionou com total repúdio em relação ao fato, e lamentou o acontecido. O G1 solicitou um posicionamento da Polícia Militar (PM) sobre o caso envolvendo o coronel da corporação, e aguarda resposta de ambos.

O Delegado Henrique Brasil, titular do 23º Distrito Integrado de Polícia (DIP), informou, por meio de nota, que foram registrados dois boletins de ocorrência, um no 23º DIP e outro no 13º DIP, respectivamente. Nos dois, segundo o delegado, foram expedidas solicitações de corpo de delito e será instaurado inquérito policial para a elucidação da ocorrência.

Ainda conforme a nota, atendimentos iniciais estão ocorrendo no 23º DIP, porém, já que uma das partes da investigação se trata de servidores do sistema de segurança pública estadual, o procedimento deverá ser remetido a Unidade de Apuração de Ilícitos Penais (UAIP).

Em entrevista à Rede Amazônica, o delegado informou que os vizinhos também registraram um boletim de ocorrência contra Dayse. “As duas partes estão conflitantes, umas dizem que foi perpetada por uma parte, e a outra diz que foi a outra parte que fez isso”, disse. A reportagem tentou entrar em contato com o marido de uma das mulheres suspeitas das agressões, mas não foi atendida.

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Fonte: G1/AM

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Policial do caso George Floyd é confrontado em mercado: “Não sente remorso?”

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J. Alexander Kueng, um dos quatro policiais acusados pela morte de George Floyd, foi reconhecido e confrontado por uma mulher enquanto fazia compras

J. Alexander Kueng, um dos quatro ex-policiais acusados pelo assassinato de George Floyd foi reconhecido e confrontado por uma mulher em um supermercado em Minnesota.

A mulher ficou indignada ao vê-lo fazendo compras no último sábado e mostrou sua revolta quando ele disse que sentia muito que ela se sentisse assim. “Você devia estar preso. Você sente algum remorso pelo que fez?”, pergunta ela. “Você não vai pedir desculpas, não vai dizer nada? Esse vídeo vai para a internet”, continua ela.SAIBA MAIS

A mulher que segura o telefone diz a Keung que ele “não tem o direito de estar aqui” e o critica por “fazer compras confortavelmente” depois de ter sido libertado da prisão. Ela também o questiona sobre como ele conseguiu o dinheiro para garantir a fiança. “Como você ousa? Você vai para a cadeia, acredite”, continua.

Kueng foi capturado no vídeo em que Derek Chauvin impiedosamente colocou o joelho no pescoço de George Floyd por 8 minutos e 46 segundos no dia 25 de maio. Ele será julgado, junto com os outros réus, no final do mês. Os acusados podem pegar até 40 anos de prisão.

George Floyd morreu sufocado no dia 25 de maio durante a ação policia. O vídeo feito por uma adolescente mostra ele dizendo que não conseguia respirar. Segundo a policia local, ele foi detido por supostamente usar uma nota falsa de 20 dólares em um mercado.

A morte do ex-segurança desencadeou uma série de protestos contra o racismo nos Estados Unidos, chamado Black Lives Matter (Vidas Negras Importam). As manifestações se estenderam por vários países em busca de justiça por Floyd e por tantas outras vítimas de racismo no mundo.

J. Alexander Kueng é um dos envolvidos no assassinato de George Floyd (Foto: Reprodução)

J. Alexander Kueng é um dos envolvidos no assassinato de George Floyd (Foto: Reprodução)

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Fonte: Marie Claire / G1

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