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STF mantém prisão de Thiago Rangel e barra revisão pela Alerj

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Por unanimidade, a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria, nesta quinta-feira (7), para confirmar a decisão do ministro Alexandre de Moraes que determinou que a Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) não tem poder para decidir sobre a prisão preventiva do deputado estadual Thiago Rangel (Avante). Acompanharam o voto de Moraes os ministros Flávio Dino, Cristiano Zanin e Cármen Lúcia.

A decisão foi tomada nesta quarta-feira (6), um dia após a determinação da prisão. Nela, Moraes reconheceu que a jurisprudência do Supremo prevê a imunidade parlamentar, mas opinou que a norma não seria mais válida, uma vez que  “seu espírito acabou sendo corrompido”, servindo como forma de garantir a impunidade.

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Também envolvido no mesmo esquema investigado, o ex-presidente da Alerj Rodrigo Bacellar (União) conseguiu ter sua prisão revertida pelos deputados. A situação, porém, passou por um revés: o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) cassou o mandato de Bacellar na mesma decisão em que atingiu o ex-governador Cláudio Castro (PL). Com isso, ele deixou de ter a prerrogativa e foi preso novamente.

A operação Unha e Carne encontrou indícios da existência de uma organização criminosa que usaria seu poder político para operar um esquema de tráfico de influências, desvio de dinheiro público e lavagem de dinheiro. Na fase em que Rangel foi preso, o foco era na fraude em licitações na Secretaria Estadual de Educação do Estado do Rio de Janeiro (SEEDUC). O direcionamento das contratações geraria um lucro que, mais tarde, seria lavado por meio de uma rede de postos de combustíveis administrada por Rangel.

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O que diz a defesa

Logo após a prisão, a defesa divulgou uma nota por meio das redes sociais do parlamentar:

“A defesa do deputado Thiago Rangel recebeu com surpresa a notícia da operação realizada na data de hoje.

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Neste momento, está se inteirando dos fatos, do teor da investigação e das medidas eventualmente determinadas, reafirmando desde logo a plena confiança nas instituições e devido processo legal.

O deputado nega a prática de quaisquer ilícitos e prestará todos os esclarecimentos necessários nos autos da investigação, local próprio para a apuração dos fatos.

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A defesa ressalta, por fim, que qualquer conclusão antecipada é indevida antes do conhecimento integral dos elementos que fundamentaram a medida.”

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Atualização

Acrescentamos o voto de Cármen Lúcia, que converteu a maioria em unanimidade.

Atualizado em 07/05/2026 às 15:35

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Brasil

4 feriados restantes em 2026 caem perto do fim de semana

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O calendário de 2026 ainda reserva cinco feriados nacionais até o fim do ano. Depois do feriado da Independência, celebrado em 7 de setembro, as próximas datas são Nossa Senhora Aparecida, Finados, Proclamação da República, Dia da Consciência Negra e Natal.

Para quem já pensa em viagens, descanso ou simplesmente em aproveitar alguns dias longe do trabalho, há boas oportunidades pela frente. Quatro das cinco datas restantes cairão coladas ao fim de semana e poderão formar períodos de três dias de folga, sem necessidade de emendar um dia útil.

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A exceção é o feriado da Proclamação da República, em 15 de novembro, que será celebrado em um domingo. Já outubro, novembro e dezembro concentram as oportunidades de descanso no último trimestre do ano.